quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A IMORTÂNCIA DO BRINCAR NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

UM EXEMPLO DE VIDA

domingo, 1 de novembro de 2009

DIAGNÓSTICO ERRADO DE TDAH

POEMA DA ISA...OBRIGADA!!!

Ah! se eu pudesse
segurar a mão,
de todas as crianças do mundo.
Dar o brilho às suas almas
doces e cristalinas.
Não faria distinção,
Da raça!
da cor!
da pobreza e da riqueza!
Enxugaria as suas lágrimas,
aliviando os seus fardos diários,
trocaria as cores sombrias
pela cor do amor
que cintilariam,
sempre em seus corações,
e os seus rostos, tristes, sorririam.
Salvaríamos o olhar das crianças
ainda não estragadas,
pela educação repressiva
e conseguiríamos docemente
viver, sentir, e amar...
Partilharíamos a plena felicidade.
Sem sermos assassinos
da sua pureza natural.


Isa

In http://flordodeserto.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

PEQUENOS PASSOS...


O Luís frequenta o 3ºano de escolaridade
e está abrangido pelo REE (Regime Educativo Especial).
Estou a gostar muito do teu trabalho. Parabéns, Luís Filipe!

domingo, 25 de outubro de 2009

DISFUNÇÃO DE INTEGRAÇÃO SENSORIAL

LOTO DE IMAGENS

sábado, 24 de outubro de 2009

O MENINO AZUL

O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.

O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
de tudo o que aparecer.

O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.

E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.

(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)

“Cecília Meireles”

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

VAMOS CONTAR OUTRA VEZ?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O CÁLCULO MENTAL


Alguns exemplos de adições, muito simples, que podem facilitar
o desenvolvimento do cálculo mental.




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PEQUENOS PASSOS...

O José Luís é um aluno muito querido e especial, afinal
todos somos diferentes... Hoje, deu mais um pequeno passo,
inventando uma pequena história a partir das imagens que
lhe mostrei. Fiquei Feliz, porque sei que se esforçou muito
para realizar este trabalho. Parabéns, José Luís!!!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

SALVADOR - NOVO PROGRAMA DA RTP

SER DEFICIENTE...

Não é ser deficiência física ou psicológica
É deficiência de ideias
Incessantemente
De raciocínios sem lógica.
Amar e ser amado por quem somos
Deficiências todos temos
De ideias e preconceitos
Todos humanos, todos com defeitos
Amar e ser amado
Lutar e ser lutador
Vencer a luta duma dor inesquecível.
Um amor verdadeiro
Uma inocência na deficiência
Lutadores e vencedores
Lutar contra o vencedor da partida
Mas vencedores da vida.
Conhecedores da sobrevivência
Todos lutadores
Contra a luta e contra as dores.
Um viver e renascer
Na luta vida vencer.

(João Correia)

in http://www.d-eficiente.net/forum/viewtopic.php?t=396

domingo, 18 de outubro de 2009

DISLEXIA - Método Fonomímico Paula Teles

sábado, 10 de outubro de 2009

AUTISMO_Programa Son-Rise

O AUTISMO

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Coisas minhas...

sábado, 3 de outubro de 2009

O MUNDO DA FANTASIA

domingo, 27 de setembro de 2009

DISLEXIA

A dislexia (do grego: dus = difícil, dificuldade; lexis = palavra.) é um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração.

A dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que cerca de 10 a 15% da população mundial é disléxica.

Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição socio-económica ou baixa inteligência. Ela tem sido vista como uma condição hereditária devido a alterações genéticas mas tal só acontece numa pequena percentagem de casos. Ela também é caracterizada por apresentar alterações no padrão neurológico.

Sintomas (sumários)

Tem sempre:

-dificuldades em escrever;

-dificuldades com a ortografia;

-lentidão na aprendizagem da leitura;

Muitas vezes :

-disgrafia (letra feia);

-discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;

-dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;

-dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas;

-dificuldades para compreender textos escritos;

-dificuldades em aprender uma segunda língua.

Algumas vezes:

-dificuldades com a linguagem falada;

-dificuldade com a percepção espacial;

-confusão entre direita e esquerda.

LEITURA

- O disléxico tem uma deficiência na decodificação dos símbolos escritos, o que os impossibilita de compreender o significado de um texto.

- Quando lê, a sua tensão está voltada para o código, em consequência, esquece do sentido do que acabou de ler.

- A velocidade normal de leitura de uma palavra é de 200 a 300 milisegundos. O disléxico leva em 600 milisegundos.

- A maioria dos disléxicos tem também disgrafia, que é a letra "muito" feia.

- Possuem também dispraxia (pouca eficácia motora), em consequência não conseguem organizar-se no espaço da folha do caderno. As letras geralmente variam de tamanho e parecem “pular” das linhas.

- Lê sem respeitar a pontuação e “junta” palavras pois, devida ao seu problema de sequenciação, não identifica o final delas.

- Pouco domínio do sistema ortográfico, pois possui a dificuldade de identificar, descriminar, escolher a representação gráfica.

ESCRITA

- Pouco domínio do sistema ortográfico, pois possui a dificuldade de identificar, descriminar, e escolher a representação gráfica.

- O disléxico não consegue transformar seus pensamento em palavra escrita.

Elaborar um texto é extremamente laborioso, com muita dificuldade em construir sequências e parágrafos num sentido lógico-gramatical. Em consequência o texto sai extremamente pobre, discrepante com o conteúdo da sua imaginação, que geralmente é muito criativa.

- Como sua leitura é muito lenta, demora muito tempo para elaborar cópias.

- Devido ao seu problema com sequenciação, não consegue usar dicionários, tem muita dificuldade, pois a informação inverte na hora em que é trazida.

- Não consegue decorar regras gramaticais, graças ao problemas com memória imediata e consequentemente, de trabalho.

- Dificuldade na expressão oral, principalmente se for uma resposta rápida. A linguagem oral também depende da habilidade fonológica, pois para isso é necessário que se vá até o “dicionário interno”, selecione os fonemas apropriados, ponha-os em sequência lógica e o expresse a palavra.

COMO AJUDAR .

Permitir fazer redações gravadas ou ditadas por outra pessoa.

Permitir a redação em duplas: um pensa o outro escreve e depois inverter.

Permitir o desenho colorido de uma redacção, do seu começo, meio e fim e depois representar esses desenhos em palavas.

Permitir o uso de cópias de caderno de colegas, da matéria dada.

Permitir o uso de gravador para determinados momentos da aula.

Permitir alternativas á leitura de livros, como filmes, peças teatrais, livros-áudio.

Permitir que a prova” do livro seja um desenho, uma colagem, ou qualquer outro meio alternativo de expressão.

Permitir o uso de computador para elaborar textos.

Ultilize material visual, como fichas coloridas.

Permitir provas com consulta se o assunto for regras gramaticais.

Diminuir a carga dos trabalhos de casa.

Permitir fazer avaliações com tempo extra, sozinho e com tutor para explicar o que cada questão esta solicitando.

As avaliações devem conter poucas questões, com enunciados claros e simples.

Evitar situações constrangedoras, como por exemplo, pedir para ler em voz alta.

(Baseado in Alcino Silva do Moodle do Agrupamento Vertical de Ponte de Sor)

Fontes:

Prof. Mário Angelo Brággio – “INCLUSÃO DO DISLÉXICO NA SALA DE AULA”

Dra. Ana Luiza Amaral Borba- psicopedagoga-psicóloga – “COMO LIDAR COM O DISLÉXICO NA SALA DE AULA”

Dr. Jaime Zorzi – fonoaudiólogo- “RELAÇÃO ENTRE ORALIDADE E ESCRITA : PROGRAMA DE ESTIMULAÇÃO Á LINGUAGEM”

Profa. Dra. Alessandra Copovilla, médica pesquisadora USP – “DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA”

Dra Tânia Maria de Campos Freitas –psicopedagoga clínica-“ALTERAÇÃO NO PROCESSO DE LEITURA E ESCRITA”

Dra. Maria Eduarda F. De Carvalho- psicopedagoga especialista em descalculia - “O RACIOCÍNIO LÓGICO E A MATEMÁTICA”

Dra. Ana Alvarez-fonoaudióloga-“ATENÇÃO, MEMÓRIA E APRENDIZADO”

Dra. Maria Inês Fernandes- fonoaudióloga- “APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA.”

Seminários realizados pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DISLEXIA, 2005.

Sally Shaywitz, M.D.- “OVERCOMING DYSLEXIA”

Marshall-“A GUIDE TO CHILDREN WITH DYSLEXIA”