domingo, 28 de fevereiro de 2010

FICHAS DE TRABALHO





Elaborei estas fichas de trabalho com base no PNEP.

DÁ QUE PENSAR...

Segundo um estudo da DECO, quase um terço das crianças portuguesas passam mais de nove horas por dia nas creches e a esmagadora maioria ocupa parte do tempo a ver televisão em jardins-de-infância.

O inquérito feito a pais de crianças entre um e cinco anos, publicado na revista Proteste, mostra que para a maioria dos progenitores o horário dos estabelecimentos é adequado, embora um em cada cinco deseje que as suas portas fechem mais tarde.
Mesmo com 32% das crianças a passarem mais de nove horas nas creches, há 27% de pais com filhos entre um e dois anos (creches) e 10% com crianças nos jardins-de-infância (entre três e cinco anos) a afirmarem que
gostariam que as instituições abrissem ao sábado.
De acordo com o inquérito, feito com base em 2884 questionários, a esmagadora maioria (90%) das crianças entre os três e os cinco anos ocupa parte do seu tempo a ver televisão em jardins-de-infância e para 42% esta rotina é quase diária.

in educare

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Despacho Normativo nº 6/2010


Para consultar o Despacho normativo nº 6/2010, pode clicar aqui.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

VEÍCULO CONCEBIDO EM PORTUGAL PARA AJUDAR CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ALUNOS ESTUDAM PRIMATAS NO BADOCA PARK

O Badoca Safari Park, no litoral alentejano, implementa programa pedagógico que proporciona uma aula baseada na observação dos animais e exploração dos seus habitats. http://www.educare.pt/educare/images/transparent.gif

O Badoca Safari Park, visitado anualmente por 25 mil estudantes, está a lançar o seu programa pedagógico, proporcionando este ano aos jovens uma aula na "savana alentejana" dedicada ao "Grande Mundo dos Primatas".

O objectivo do programa pedagógico de 2010 passa por "aumentar o conhecimento e o empenho de todos na conservação das espécies e na preservação da biodiversidade", segundo explicou hoje à agência
Lusa a monitora pedagógica do parque temático, Liliana Gomes.

Este é o oitavo ano em que o Badoca Safari Park, situado no concelho de Santiago do Cacém, no litoral alentejano, implementa um programa pedagógico, que proporciona uma aula "na selva", baseada na observação dos animais e exploração dos seus habitats.

"Todos os anos, há actividades que se mantêm e outras que são novas", disse a responsável, tendo avançado que, em geral, as novidades são direccionadas para cada ciclo de ensino, desde o pré-escolar ao 3.º ciclo do ensino básico e até do secundário.

A "hora do conto" para o pré-escolar, o "
peddy paper selvagem" para o 1.º ciclo ou ir "à descoberta do mundo dos primatas", para o 2.º e 3.º ciclos, são algumas das actividades preparadas para receber alunos das escolas de todo o país disponíveis para uma aventura na "savana alentejana".

O Safari Aventura, a sessão de alimentação de lémures ou a demonstração de aves de rapina são outras das actividades que se desenvolvem regularmente neste parque, onde residem cerca de 300 animais de 45 espécies diferentes.

Entre zebras, girafas, orixes, gnus, lémures, flamingos, tucanos e coatis, os estudantes têm uma aula de "sensibilização ambiental", em contacto com a natureza.

Segundo Liliana Gomes, o que praticamente todas as crianças e adolescentes que visitam o Badoca têm em comum é o gosto pelo contacto próximo com os animais e é essa a parte preferida da visita.

"No Badoca eles conseguem ver animais que normalmente só vêm na televisão e isso deixa-os fascinados", disse, dando um exemplo: "a alimentação de lémures é uma sessão de que eles gostam porque alguns alunos entram na ilha com os tratadores".

"Têm um contacto muito próximo com os animais e isso é o que eles mais gostam e procuram no Badoca", sublinhou.

O programa pedagógico não se fica pelas visitas guiadas pelo parque, tendo o Badoca desenvolvido um concurso interescolar que já está a decorrer com perto de 90 escolas inscritas, este ano dedicado a uma "missão em busca do habitat".

Aqui o objectivo é que os alunos conheçam melhor os habitats das várias espécies, escolhendo um animal e construindo o seu habitat, com um
kit enviado pelo Badoca para as escolas inscritas.

A "formação de cidadãos ambientalmente conscientes" e "a conservação e preservação das espécies", bem como "a sensibilização ambiental" são alguns dos objectivos assumidos pelo Badoca Safari Park, para o que contribui o programa pedagógico desenvolvido pelo parque natural.

in educare

LENGALENGA DOS NÚMEROS


domingo, 21 de fevereiro de 2010

FÁBULA DA RAPOSA E DA CEGONHA

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

LENGALENGA DOS ANIMAIS

domingo, 7 de fevereiro de 2010

PARA MELHOR ENTENDERMOS A DISLEXIA

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

AJUDE a Missão da AMI no Haiti

Ajude a Missão da AMI no Haiti
Contribuam para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672
Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

http://www.ami.org.pt/

ou outra

sábado, 9 de janeiro de 2010

BARREIRAS ARQUITECTÓNICAS

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

VAMOS RESPEITAR OS ANIMAIS!!!

sábado, 5 de dezembro de 2009

PARABÉNS CÉCI, PELO BELÍSSIMO POEMA!!!

Ser Diferente/ Ser Igual !

Vivemos e sonhamos
De igual modo
No entanto
Somos diferentes!

Não há pessoas iguais
Sonhos iguais
Vidas iguais
Somos diferentes!

Mas muitos de nós
Não aceitam as diferenças
No entanto…
Somos diferentes!

Enquanto não aceitarmos
As diferenças
Aí sim ...
Seremos iguais!

(Poema da minha amiga Céci)

In http://letrasepensamentos.blogspot.com/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

3 de Dezembro - DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA



“Se fossemos analisados pelas nossas falhas ou

defeitos todos seríamos excluídos…

portanto pratique a inclusão.”


domingo, 29 de novembro de 2009

A HIPOTERAPIA

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

COMO SERÁ PARA UMA CRIANÇA CRESCER SOZINHA?

"Eu sou uma criança jovem, ainda tenho 12 anos e sofro por crescer sozinho. Desde os meus 2 anos que os meus pais estão separados. Era bebé e não senti diferença alguma. Agora que passaram 10 anos, sinto uma grande dor dentro do meu coração. Vivo com a minha mãe mais os meus 2 irmãos que são mais velhos. A minha mãe só quer trabalhar, trabalhar, trabalhar, o que não é necessário. Trabalha 18 horas por dia, um grande exagero. Os meus irmãos são mais velhos e estou sete horas com eles. O meu pai vive com outra mulher, da qual tem uma filha de 8 anos. Só estou com a minha mãe às 22 horas da noite e vou para a cama depois da uma. Tenho explicações, mas na família não há quem me leve à escola e cuide de mim. Posso não ter quem me ajude mas na escola tiro 4 e 5. Mas isso não é suficiente, só aumenta mais esta dor. Devem estar a perguntar porque não falei no meu pai. Ele é empresário de pesca e só estou com ele ao fim-de-semana.
A revolta que sinto dentro de mim não é por os meus pais estarem separados, mas sim porque não me dão carinho. Às vezes sinto curiosidade em saber como é viver em casa do meu pai durante os dias de semana.
Só quero que a minha família compreenda que preciso de mais carinho, amor e atenção. E quem ler esta mensagem que pense se não se passa o mesmo com os seus filhos.
"

Os profissionais que se confrontam diariamente com a dor dos outros, seja ela física ou psicológica, vão encontrando mecanismos de defesa, de forma que, embora sendo empáticos, não se deixem arrastar pelo sofrimento alheio. Apesar de não ficar indiferente a nenhum problema que me seja relatado, sobretudo se este implicar grande angústia e sofrimento, o discurso desta criança, durante um atendimento, deixou-me muito perturbada. O relato escrito que ela elaborou para transmitir o quanto sofre com a ausência dos pais traduz muito superficialmente o desespero que deixou transparecer no seu discurso e lágrimas. "Prepare-se que vou chorar muito": foram estas as palavras com que o aluno em questão iniciou. E chorou, chorou, chorou... Admitiu que não era capaz de conversar com os pais sobre a sua solidão e aceitou que os chamasse e lhes transmitisse os seus sentimentos, mediante o fornecimento do texto com que iniciei esta reflexão e que foi escrito por ele.

Estranhei o silêncio do pai que se comprometera a marcar atendimento depois de contactar a mãe do aluno. Quando tentei novamente marcar atendimento com a mãe, esta informou-me que o filho lhe dissera que afinal o seu problema estava resolvido e que já não era necessário falar com a psicóloga. Embora aqui não possa revelar, sei porque me quis manter longe dos pais.

A falta de tempo para os pais acompanharem o percurso de vida dos filhos é um tema já muito gasto, tão gasto que quase me pareceu inútil abordá-lo. Mas depois de ponderar, concluí que não podia deixar estas palavras fechadas no processo do aluno. Na verdade, tal como ele diz, é importante pensarmos se os nossos filhos não estarão a viver nas mesmas circunstâncias. Sei que em muitas situações o mercado do trabalho limita e condiciona fortemente o tempo para estarmos com os nossos filhos, mas em muitas outras talvez não tenhamos os filhos como primeira prioridade, podendo estes estar a pagar uma factura demasiado alta.

Inhttp://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=5ACA05C9D40A79E8E0400A0AB8002F82&channelid=5ACA05C9D40A79E8E0400A0AB8002F82&schemaid=&opsel=2

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

LOURENÇO, O LUTADOR, PRECISA DA AJUDA DE TODOS NÓS

O Lourenço precisa de ajuda. Para mais informações, por favor, clique no link que anexo.

http://lourenco_olutador.blogs.sapo.pt/