domingo, 22 de dezembro de 2013
ADORAMOS VISITAR A BIBLIOTECA!!!
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A PAZ VISTA PELAS CRIANÇAS
Publicada por Mariana emídio à(s) domingo, dezembro 22, 2013 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Regras em crise
É urgente que os pais compreendam que ao imporem disciplina desde cedo estão a promover o autocontrolo dos filhos e a ajudá-los a serem capazes de estabelecer os seus próprios limites. ![]()
"Já não sei mais o que fazer... dou-lhe tudo! Ele tem computador, telemóvel topo de gama, televisão no quarto e leitor de MP3."
A elevada frequência com que me tenho confrontado com afirmações semelhantes a esta, tem-me deixado verdadeiramente preocupada. Os pais que fazem afirmações deste tipo têm geralmente filhos problemáticos, sendo frequentemente chamados à escola porque estes não cumprem regras nem respeitam os adultos. Em termos educativos, entramos na onda do dar muito, mas exigir pouco. Muitos dos nossos alunos sabem que o mau comportamento não será penalizado, nem na escola, que infelizmente tem poucos meios para impor autoridade, nem em casa. Depois de dois ou três dias em que o castigo vigora, o coração do pai ou da mãe amolece e, portanto, rapidamente se reconquista tudo o que se perdeu na sequência dos maus comportamentos na escola. Como não há consistência em termos educativos, rapidamente a criança/o jovem volta a apresentar distúrbios de comportamento, porque afinal os castigos, se existirem, são de tão curta duração que a/o leva a aprender que "o crime verdadeiramente compensa". Não é difícil um jovem pensar "Para que é que vou mudar de atitude, se mesmo sendo arrogante e mal-educado poderei usufruir de telemóvel, televisão no quarto e de todas as outras mordomias que felizmente tenho sempre ao meu alcance?". O meu contacto frequente com alunos não me deixa qualquer dúvida relativamente à veracidade da teoria apresentada. Recentemente, devido ao comportamento disruptivo de um grupo de alunos que frequentam um CEF (Curso de Educação e Formação), dizia uma aluna: "Eu estou a esforçar-me por melhorar o meu comportamento, porque a minha mãe me tirou o telemóvel e as saídas com as minhas amigas. Só poderei voltar a ganhar isto, se o meu comportamento melhorar." Outro aluno, cujo pai fora também alertado para a importância de aplicar algumas penalizações em consequência do seu mau comportamento, dizia arrogantemente: "O meu pai não me tirou nada."
Quando estes jovens são encaminhados para o Serviço de Psicologia e Orientação, procuro que os pais compreendam que os filhos não sofrem de nenhum problema psicológico e o processo de mudança passa pelo estabelecimento de regras e limites por parte da família. Ora este processo esbarra de imediato com muitas dificuldades, pois o trabalho que os pais deveriam iniciar nos primeiros anos de vida começa apenas na adolescência, quando a omnipotência e tirania dos jovens já é reinante. Nos primeiros seis anos de vida, a interiorização das regras e a tomada de consciência dos limites são mais fáceis de integrar.
É de sublinhar que alguns destes pais nunca impuseram limites, por considerarem que os comportamentos disfuncionais dos filhos seriam o resultado deste ou daquele problema familiar e não o fruto da inexistência de autoridade; outros, porque dizer "não" e manter o "não" dá muito mais trabalho que dizer "sim". Contrariamente ao que estes pais supõem, no fundo, as crianças gostam de ouvir "não", uma vez que este significa que há alguém acima delas que as ajuda a resolver o que não conseguem resolver sozinhas, e que toma conta delas, protegendo-as contra eventuais riscos.
Usando as palavras do Dr. Daniel Sampaio: "É preciso afirmar, sem subterfúgios, que não se pode educar sem autoridade, quer no contexto da família quer no ambiente da escola. Há temas que não são negociáveis na interação com os filhos: o respeito pelos mais velhos, a proibição da linguagem obscena, o cumprimento dos horários, a obrigatoriedade de trabalhar ou estudar, a manutenção dos limites da privacidade geracional, a necessidade de cumprir em conjunto os rituais familiares (festas significativas, datas de habitual festejo, férias da família), entre outros."*
É portanto urgente que os pais compreendam que ao imporem disciplina desde cedo estão a promover o autocontrolo dos filhos e a ajudá-los a serem capazes de estabelecer os seus próprios limites.
Adriana campos in educare
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Etiquetas: educação; regras; comportamento
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Um olhar sobre a diferença
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Etiquetas: palestra; um olhar sobre a diferença
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Anorexia nervosa
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| "Não compreendo como é que isto pôde acontecer à minha filha! Ela sempre viveu só para os estudos. Não tem namoros, não sai à noite, enfim... nunca nos deu preocupações. Na verdade, até considero que não é uma rapariga de hoje. Quantas vezes eu e o meu marido insistíamos para que saísse de casa e ela nunca o fazia. Ao fim de semana é que ela aceitava sair, porque o fazia na nossa companhia. Frequentemente, estes passeios de domingo eram encurtados devido ao seu desejo insistente de ir estudar. Quando tinha teste à segunda-feira, era certo e sabido que ninguém a arrancava de casa.. .Não, não posso compreender como isto pôde acontecer e logo à minha Joana!..." Porquê? |
Adriana Campos
in educare
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Etiquetas: anorexia
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Maus-tratos psicológicos
A ideia de “criança” como pessoa de direitos é recente e tem vindo a assumir uma importância cada vez maior. Uma criança feliz torna-se num adulto feliz e saudável capaz de constituir uma família harmoniosa onde cresçam crianças felizes.
Já falámos na Convenção dos direitos da criança quando escrevemos sobre o direito a brincar; esta Convenção veio dar apoio à criação de uma lei que proteja as crianças e assegure os seus direitos. Esta Lei (de Protecção de Crianças e Jovens 147/99) defende, entre outros aspectos a promoção do bem-estar da criança afastando-a de situações de perigo, tais como o estar abandonada, o sofrer maus tratos físicos ou psíquicos, ser vítima de abusos sexuais ou ainda não receber os cuidados ou a afeição adequados (aqui fica o PDF para lerem a lei).
Também já falámos em Alienação Parental, que é uma forma de maus-tratos psicológicos; por isso hoje vamos escrever sobre Maus-tratos. É muito difícil definir e diagnosticar “Maus-Tratos psicológicos”. Dos vários artigos lidos, destaco a definição de “Maus-Tratos Psicológicos” como:
“…falha em fornecer um ambiente de apoio apropriado ao desenvolvimento, incluindo a disponibilização de uma figura de referência que possa assegurar estabilidade das competências emocionais e sociais. Podem ser passivos ou activos, com elevada probabilidade de deixar marcas indeléveis mentais, cognitivos, espirituais, morais ou sociais.” em Revista Portuguesa de Clinica Geral (2003) por Mário Cordeiro
As crianças que assistem a discussões verbais e físicas intensas entre os pais, que escutam um progenitor a denegrir o outro utilizando frases como “o teu pai não presta” ou “a tua mãe não gosta de ti”, e que são sujeitos a tentativas de manipulação como “se fosses meu amigo fazias/dizias/ contavas-me…” estão sujeitas a Maus-tratos psicológicos.
Os sintomas manifestam-se nos vários contextos que a criança se insere (escola, casa, amigos, …) através de tristeza, mudanças de humor, desinteresse e apatia, dificuldades escolares, agressividade, entre outros.
Estar alerta a estes sinais é defender o futuro das nossas crianças.
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Etiquetas: educação; criança; maus-tratos psicológicos
quinta-feira, 31 de março de 2011
Pais e amigos
Neste trecho apresenta-se a questão dos filhos serem nossos amigos em vez de filhos: tal como as crianças procuram crianças da sua idade para brincar e fazer amizades, também os adultos o fazem com os da sua idade. A relação com os filhos é em primeiro lugar de pais porque eles precisam de nós como pais, figuras que protegem do mundo mas também que impõe as regras e a autoridade. Amigos encontram-se principalmente entre os seus pares.
Há perigo de fazer dos filhos os nossos amigos, contando-lhes a nossa vida: forçamo-los a crescer mais depressa, não correspondem ao que os adultos precisam porque não tem um nível de compreensão e de experiência de vida que permita a compreensão dos problemas e ficam preocupados com os problemas dos adultos, o que muita vez se traduz em dificuldades na escola (porque já têm a cabeça cheia com outras questões).
O nivelar da relação retira também a autoridade ao adulto, pois a criança vê-o como um igual em vez de alguém com poder de o recompensar ou de o fazer assumir as responsabilidades. As crianças sentem conforto em saber que os pais estão disponíveis para elas, para as guiar e ajudar.
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Etiquetas: educação
domingo, 27 de março de 2011
A Criança que calou o Mundo durante 5 minutos
Publicada por Mariana emídio à(s) domingo, março 27, 2011 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; valores;formação cívica
sexta-feira, 11 de março de 2011
Animal de companhia: qual escolher?
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| Actualmente existe alguma variedade de espécies que podem ser adotadas como animais de estimação. in educare |
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Etiquetas: companhia; animais; estimação
segunda-feira, 7 de março de 2011
Autismo - Programa Son-Rise
Publicada por Mariana emídio à(s) segunda-feira, março 07, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: autismo; programa son-rise; algumas técnicas
sábado, 5 de março de 2011
Tricotilomania, a mania de arrancar os cabelos
Publicada por Mariana emídio à(s) sábado, março 05, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: tricotilomania
sexta-feira, 4 de março de 2011
Um mano mais novo
O David tinha um irmão mais novo que o seguia para todo o lado.
No início era muito engraçado, ver o mano sempre atrás dele quando ia da sala para o quarto, do quarto para a cozinha, … mas ao fim de algum tempo, o David estava a ficar cansado de ter sempre o seu mano atrás de si. Quando o David estava a estudar, o mano trazia os carros e fazia barulho; quando estava a lavar os dentes, o mano ia buscar a sua escova de dentes e colocava-se ao seu lado a lavar os dentes; até quando estava a brincar com os seus amigos, o mano andava atrás dele.
O David nunca pensou que o seu pedido tivesse este resultado; é que ele tinha pedido muito aos pais para ter um mano, mas… não era isto que ele tinha pensado. Na verdade, ele queria um irmão mais velho que jogasse à bola com ele (o mano não conseguia dar grandes pontapés na bola), que lhe fizesse companhia na escola (o mano ainda estava a aprender as cores), que dividisse os castigos com ele (os pais diziam que o mano era muito pequeno e não sabia o que fazia).
Não, não era nada disto que ele tinha pensado! E agora não podia fazer nada. Não havia nenhuma loja onde se conseguisse trocar um mano mais novo por outro, mais velho, a estrear.
Então um dia, enquanto remexia no sótão (escondido lá, para o mano não o encontrar), encontrou uma arca cheia de velharias; lá dentro estava uma caixa com uma fechadura. O David procurou a chave por todo o lado até a descobrir. Quando abriu a caixa, depois de espirrar por causa do pó, saiu de lá de dentro um homenzinho muito pequeno (do tamanho de uma mão aberta), vestido de uma forma engraçada e, imaginem só, azul! Mesmo azul, da cabeça aos pés (e não falo da roupa). O homenzinho agradeceu ao David e perguntou-lhe se o podia ajudar em troca do favor que o David lhe tinha acabado de fazer. O David disse logo que sim, claro que podia. E se ele pedisse ao homenzinho para que o irmão deixasse de andar atrás dele o dia todo? O homenzinho respondeu-lhe que sim, que amanhã o irmão já não andaria o dia inteiro a segui-lo. O David mal podia esperar pelo próximo dia.
Quando acordou no dia seguinte viu que o irmão não estava na cama dele. Espreitou pela casa todo e nada. Uau! Não tinha mais o irmão atrás dele, nem a derrubar as suas construções, nem a atrapalhar os seus jogos.
O dia foi passando para o David, mas havia qualquer coisa estranha: ele não conseguia perceber porquê, mas não conseguia entreter-se com nada: o computador não tinha piada, fartava-se rapidamente dos carros e nem à bola lhe apetecia jogar.
Bem, a verdade é que sentia algumas saudades do mano, porque às vezes ele até tinha graça; estava sempre pronto para brincar ao que o David queria, ria sempre das suas palhaçadas e até era engraçado ensiná-lo a jogar (mesmo porque o David ganhava sempre os jogos, a não ser que quisesse mesmo perder).
Ao fim do dia, o David já estava arrependido; se calhar era melhor ter um irmão pequeno atrás dele do que nenhum; e depois ele haveria de crescer e deixar de ser trapalhão e começar a ir para a escola (e a ter trabalhos de casa). Voltou ao sótão para ter uma nova conversa com o homenzinho azul. Mas a caixa estava vazia e não estava lá mais ninguém. E agora? Se não encontrasse o homenzinho nunca mais veria o irmão. E os pais? Iam ficar tristes. Como é que ele ia resolver isto?
Pensou, pensou e tornou a pensar. Mas nada! Por mais voltas que desse não conseguia encontrar uma solução. Estava tão concentrado que chegou rapidamente a hora do jantar e a mãe foi chamá-lo para a mesa. Sem saber como ia dizer aos pais que o mano nunca mais voltava, muito triste, lá desceu para jantar.
Quando estava a chegar à porta, sentiu algo a agarrá-lo; qual não era o seu espanto quando viu o mano de volta dele. Então o que tinha acontecido? Como é que o mano voltou a aparecer? Que grande confusão!
Afinal o mano tinha ido de manhã muito cedo levar as vacinas e depois tinha ido passear com o avô. Só tinham voltado à tarde, mas o David estava no sótão tão concentrado que não os tinha ouvido chegar.
O David ficou tão contente e tão aliviado! Nunca mais voltava a pedir que o mano fosse embora (por mais chato que o mano pudesse ser).
Aos pais:
É habitual existirem atritos entre irmãos, em particular quando os interesses de cada idade não são os mesmos. Normalmente não é preocupante e mais tarde ou mais cedo eles acabam por ultrapassar as divergências. Os pais podem ajudar ao bom entendimento descobrindo actividades que todos gostem de fazer em família, com oportunidade para todos participarem (jogos de equipa, jogos de tabuleiro, passeios a museus ou bibliotecas). Aproveitem o tempo para se divertirem (e tirem fotos para mostrar).
Publicada por Mariana emídio à(s) sexta-feira, março 04, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; crianças; história
quarta-feira, 2 de março de 2011
As crianças podem tomar café?
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| Há uns tempos atrás, apareceu no meu consultório um indivíduo de trinta e muitos anos, funcionário de quadro técnico bancário (para se perceber que não era um iletrado), cujo objectivo era perder peso. |
Paula Veloso
in Educare
Publicada por Mariana emídio à(s) quarta-feira, março 02, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: crianças; saúde; café
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A Viagem de Maria
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Etiquetas: vídeo; divulgação; autismo
domingo, 16 de janeiro de 2011
Divisão por um número de 2 algarismos
Publicada por Mariana emídio à(s) domingo, janeiro 16, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: divisão;número de 2 algarismos; divisor
Alienação Parental
Fala-se ultimamente em “Síndrome de Alienação Parental”; embora este termo não seja o correcto, a alienação parental existe quando um dos progenitores tenta repetidamente denegrir o outro progenitor junto da criança, habitualmente durante uma situação de divórcio; contudo não deixa de ser uma situação de maus-tratos emocionais para as crianças.
O divórcio é o 2.º acontecimento de vida mais gerador de stress, que nem sempre é fácil de gerir; aceitar o final de uma relação e adaptar-se a novas realidades é difícil e leva tempo. Por vezes o conflito que surge entre os pais afecta os filhos sem que estes o percebam. E isto acarreta consequências:
- Relações interpessoais: dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas e em relações de maior intimidade;
- Baixa tolerância à raiva e hostilidade: dificuldades em lidar com situações que despertem emoções fortes como a raiva (“ferver em pouca água”), em aceitar o “não”.
- Problemas no sono e na alimentação: dificuldades em adormecer, pesadelos, sono inquieto; pode também existir falta de apetite.
- Maior conflitualidade com figuras de autoridade: dificuldades em segui ordens e orientações de figuras de autoridade (professores, polícias, superiores hierárquicos, …)
- Maior vulnerabilidade e dependência psicológica: auto-estima e auto-confiança mais baixas.
- Sentimento de culpa: a criança é constantemente forçada a escolher um lado e tomar partido, crescendo com um sentimento de culpa e de impotência.
- Doenças psicossomáticas: dores de cabeça, dores de barriga e outras são muito comuns de surgirem, em particular nas situações de stress.
Cada um reage à dor de uma separação da sua própria maneira, sendo que uma maneira construtiva é aceitando o fim da relação a nível emocional e cognitivo, reorganizar e redefinir a família. E isso leva tempo e energia, mas o resultado final é positivo para todos.
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Etiquetas: educação; alienação parental
sábado, 8 de janeiro de 2011
"Autoritarismo" nas Crianças
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| O autoritarismo é um estilo de educação parental em que as regras são impostas pelos pais de uma forma rígida, não havendo margem para qualquer negociação. Quando aqui é referido o autoritarismo das crianças, penso que o que está em questão é precisamente o facto de também elas quererem impor os seus desejos e reagirem negativamente quando são contrariadas. As birras são manifestações típicas das crianças quando são confrontadas com comportamentos de oposição por parte dos adultos. Autora: Adriana Campos In Educare |
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Etiquetas: educação; crianças; autoritarismo
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
A importância das TIC na promoção de uma escola inclusiva
Tornando nosso um "velho" sonho de Tom Stonier, um dos precursores das TIC na educação, "gostaria de assegurar que todas as crianças do mundo tivessem direito a um sistema computacional em rede... e a uma avó". |
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| A designada "escola inclusiva" ou "escola para todos" tem, nos últimos anos, merecido a atenção de muitos organismos, entidades e personalidades nacionais e internacionais que, à luz de crescentes "movimentos" socioeducativos, teceram inúmeras (e importantes) reflexões e recomendações que visam, por um lado, adequar o processo de ensino e aprendizagem às características e singularidade de cada criança ou jovem, e, por outro, criar condições humanas, físicas e materiais que permitam uma participação efectiva e plena de todos os indivíduos na escola e na sociedade. Deste modo, e tendo em consideração, entre outras, as recomendações da Comissão das Comunidades Europeias no que diz respeito à info-inclusão, o enfoque é tanto maior quanto mais acentuadas são as dificuldades e/ou deficiências de que o indivíduo é portador.
Por último, e numa perspectiva de assunção das responsabilidades, foi ainda sugerido que houvesse uma "maior aceitação da responsabilidade do professor pela sua própria aprendizagem e desenvolvimento em TIC" e que se verificasse "maior sensibilidade por parte das estruturas organizacionais e de liderança do nosso sistema educativo". in educare |
Publicada por Mariana emídio à(s) terça-feira, dezembro 21, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Educação; NEE; TIC
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O Poder do Amor!
Para amar há-de sempre faltar-nos a eloquência e a perspicácia, porque o amor já é eloquentemente forte e apenas a perspicácia de um bom coração o pode receber como inquilino.
Vivemos num mundo amorfo, sem forma de amar. Um mundo em que as pessoas são catalogadas como objectos. Um mundo egoísta, egocentrista e tão excêntrico, que exclui todos Aqueles, cuja forma de amar é mais profunda e incondicional. Vivemos num mundo de anões, não na altura, mas nos sentimentos, são curtos de emoções e são Baixotes na entrega. Mas neste mundo ainda há uma réstia de cor, de alegria, de simpatia, moras em alguns poucos que foram Abençoados com o Poder do Amor.
Segue fazendo o Bem, provavelmente não te faltarão espinhos e pedras. Pedras, no entanto servem nas construções e espinhos lembram Rosas. Não gastes tempo medindo obstáculos ou lastimando ocorrências infelizes. Se a coragem dos que esmorecem e a consolação dos que perdem a esperança. Onde encontrares a sombra acende a luz da esperança. Onde encontrares a sombra acende a luz da renovação. Ama apenas por Amar!
Será que nunca ninguém entenderá que o Mundo sem Amor não é Mundo, apenas um deserto desprovido de Vida! O que sempre nos dará alento, a nós pessoas que cultivam o Amor, será os Oásis que por este deserto fora vamos encontrando. Bem-haja aqueles que nos vão matando a sede!
ASA e SUNRISE
in ajudas
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Etiquetas: O poder do Amor
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Presentes de Natal para Crianças
Estamos tão perto do Natal que pensámos em falar sobre presentes. Embora na maioria das vezes está escrito na embalagem dos brinquedos qual a faixa etária mais adequada, nem sempre é fácil escolhermos entre tanta oferta. Vamos dar uma pequena ajuda, mostrando quais as capacidades que as crianças têm em cada faixa etária e como podemos ajudar a estimular e a adquirir novas capacidades.
Ficam algumas ideias para alegrar o Natal da criançada. Vamos começar hoje pela faixa etária até aos 12meses.
Aos 6 meses a criança já consegue
· Responder activamente às solicitações do adulto: ri, olha, emite sons,…
· Alcançar e segurar objectos e brinquedos.
· Levar objectos a boca.
· Emitir e localizar sons.
· Rolar.
Os melhores presentes para esta idade são os que desenvolvem a comunicação e audição, que emitam sons, músicas, tais como rocas, mobiles, projectores; brinquedos que promovam a estimulação dos sentido táctil (e não só), com várias cores, macios e com texturas diferentes, como os ginásios, os peluches e livros com texturas; brinquedos de causa e efeito, como aqueles onde a criança quando carrega num botão e este emite som. Brinquedos que estimulem o movimento, como o agarrar e o gatinhar também são importantes.
Aos 9 meses a criança já é capaz de:
· Procurar objectos escondidos.
· Transferir objectos de uma mão para outra.
· Emitir sílabas.
· Sentar-se sem apoio.
Além de alguns presentes da faixa anterior (como os brinquedos de causa e efeito, peluches), podemos começar a estimular novas áreas, tais como a coordenação olho-mão com jogos de encaixe e de empilhar; continuamos a estimular a comunicação com jogos de música tais como pianos, telefones, …
Os triciclos (sem pedais) começam a ser utilizados a partir desta idade.
Aos 12 meses já podemos observar que a criança consegue:
· Imitar gestos.
· Fazer a pinça: segura com o polegar e indicador
· Emitir palavras
· Andar com apoio.
Agora, os presentes já estimulam o movimento autónomo e começamos a utilizar o andador. Brinquedos como os carrinhos, os aviões, as bonecas, com acessórios (como garagens para os carros) são adequados; contudo é necessário ter em atenção os tamanhos dos brinquedos não podem ser demasiado pequenos para a criança não os engolir por acidente. Isto aplica-se a brinquedos que se desmontem em partes mais pequenas. Jogos interactivos com sons e palavras para estimular a fala, agora que a criança precisa de adquirir palavras.
Estas sugestões não dispensam nunca a presença do adulto para envolver a criança na brincadeira, até porque este pode estimular o interesse e atenção da criança, ajuda a desenvolver a comunicação e a aquisição das palavras e a relação com o outro.
Boas compras e boas ideias…
Publicada por Mariana emídio à(s) quarta-feira, dezembro 08, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Natal; Crianças; presentes
