quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
A Maior Flor do Mundo - José Saramago
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Problemas com Subtrações
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Os Planetas do Sistema Solar
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Continentes e Oceanos
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Movimento de Rotação e de Translação da Terra
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domingo, 16 de fevereiro de 2014
Frações Equivalentes
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O Alfabeto em português
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Arredondar números até aos Milhares
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Arredondar números até às dezenas
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sábado, 1 de fevereiro de 2014
Diagrama de Caule e Folhas
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"Os bons pais fazem uma asneira de 8 em 8 horas"
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domingo, 26 de janeiro de 2014
Leitura e escrita de números por CLASSES, ORDENS e por EXTENSO
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Divisão por um número com 2 algarismos no divisor
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sábado, 25 de janeiro de 2014
Psicólogos escolares? Psicólogos clínicos?
O trabalho em contexto escolar permite uma
intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere
com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras
entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas
vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção.
“Tenho uma dúvida quando falam na notícia
em psicólogos escolares. Já que são encaminhados das escolas, para clínica
privada, centros de saúde, hospitais, etc., tantas crianças, não faria sentido
também a contratação de psicólogos na área clínica? Parece-me uma questão que
merece alguma reflexão. Obrigada.” Célia Barreiros
Tenho de “fugir” do meu gabinete do “Serviço de Psicologia e Orientação”(SPO)
na escola, sempre que preciso de realizar uma tarefa que exija um maior esforço
de concentração e que não implique atendimento direto. Sem exagerar, há sempre
alguém a bater à porta, um telefone a tocar ou um pedido urgente de atendimento
a chegar. Quando, em algum momento, isto não acontece, sou invadida por uma
sensação de estranheza e, quase inconscientemente, questiono-me sobre “o que
estará hoje a acontecer?”! O trabalho em contexto escolar permite uma
intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere
com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras
entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas
vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção. Os pedidos
são tantos, que muitas vezes o psicólogo é invadido pelo peso da impotência,
pois gostaria de atender e acompanhar mais de perto os encaminhamentos que lhe
são dirigidos, mas o tempo esgota-se… e o técnico também se esgota, porque é
humanamente impossível responder da forma que seria desejável.
Uma explicação para esta sobrecarga a que estão submetidos os psicólogos
escolares é dada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, que defende a
existência de mais psicólogos nas escolas (um acréscimo de cerca de 790) para
que o rácio desejável e aconselhável de um psicólogo por cada mil alunos seja
uma realidade, sobretudo num momento de crise que potencia a procura destes
serviços. Este ano, curiosamente, anunciou-se um aumento de cinco vagas, de 176
para 181, mas as escolas foram informadas de que teriam um psicólogo a meio
tempo. Para quem trabalha em contexto escolar, este “meio tempo” soa a absurdo,
a ridículo, a falta total da noção do que é o trabalho desenvolvido pelo
psicólogo em contexto escolar. O que é meio tempo, num mar imenso de
solicitações? Se numa fase inicial, quando o serviço dava os primeiros passos,
há muitos anos atrás, eram sobretudo os adultos que batiam à porta do SPO,
agora são muitas vezes os alunos que tomam a iniciativa e, quando o fazem, as
situações são geralmente graves e exigem uma intervenção célere e urgente.
As famílias estão desorientadas, nomeadamente no que se refere à educação dos
filhos. Há muitos pedidos que chegam ao SPO que se prendem com a incapacidade
de os pais educarem corretamente. Não há dúvida nenhuma que isto é verdade. Por
isso, e porque ninguém nasce ensinado, é que muitas vezes o trabalho é
desenvolvido com os pais, sendo estes sensibilizados para a importância e
urgência de alterarem as suas práticas parentais.
Os psicólogos escolares acompanham o percurso dos alunos e a sua intervenção é
muitas vezes iniciada numa fase precoce. Poderia dizer que eles estão na
primeira linha de intervenção, podendo contribuir de forma decisiva para que os
problemas não se agudizem, encaminhado, quando necessário, para outro tipo de
técnicos, nomeadamente psicólogos clínicos, pedopsiquiatras ou pediatras do
desenvolvimento. A contratação de psicólogos clínicos faz todo o sentido, até
porque está provado que uma em cada quatro crianças/jovens poderá vir a sofrer
de problemas de saúde mental. O que não faz sentido é achar que uns excluem os
outros. Cada um dos profissionais em questão é necessário, pois têm atuações
que se complementam. O que infelizmente acontece é que, também na área clínica,
os psicólogos que trabalham em serviços públicos se debatem com o mesmo
problema: incapacidade para responder ajustadamente a tantas solicitações!
Adriana Campos in educare
Tenho de “fugir” do meu gabinete do “Serviço de Psicologia e Orientação”(SPO) na escola, sempre que preciso de realizar uma tarefa que exija um maior esforço de concentração e que não implique atendimento direto. Sem exagerar, há sempre alguém a bater à porta, um telefone a tocar ou um pedido urgente de atendimento a chegar. Quando, em algum momento, isto não acontece, sou invadida por uma sensação de estranheza e, quase inconscientemente, questiono-me sobre “o que estará hoje a acontecer?”! O trabalho em contexto escolar permite uma intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção. Os pedidos são tantos, que muitas vezes o psicólogo é invadido pelo peso da impotência, pois gostaria de atender e acompanhar mais de perto os encaminhamentos que lhe são dirigidos, mas o tempo esgota-se… e o técnico também se esgota, porque é humanamente impossível responder da forma que seria desejável.
Uma explicação para esta sobrecarga a que estão submetidos os psicólogos escolares é dada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, que defende a existência de mais psicólogos nas escolas (um acréscimo de cerca de 790) para que o rácio desejável e aconselhável de um psicólogo por cada mil alunos seja uma realidade, sobretudo num momento de crise que potencia a procura destes serviços. Este ano, curiosamente, anunciou-se um aumento de cinco vagas, de 176 para 181, mas as escolas foram informadas de que teriam um psicólogo a meio tempo. Para quem trabalha em contexto escolar, este “meio tempo” soa a absurdo, a ridículo, a falta total da noção do que é o trabalho desenvolvido pelo psicólogo em contexto escolar. O que é meio tempo, num mar imenso de solicitações? Se numa fase inicial, quando o serviço dava os primeiros passos, há muitos anos atrás, eram sobretudo os adultos que batiam à porta do SPO, agora são muitas vezes os alunos que tomam a iniciativa e, quando o fazem, as situações são geralmente graves e exigem uma intervenção célere e urgente.
As famílias estão desorientadas, nomeadamente no que se refere à educação dos filhos. Há muitos pedidos que chegam ao SPO que se prendem com a incapacidade de os pais educarem corretamente. Não há dúvida nenhuma que isto é verdade. Por isso, e porque ninguém nasce ensinado, é que muitas vezes o trabalho é desenvolvido com os pais, sendo estes sensibilizados para a importância e urgência de alterarem as suas práticas parentais.
Os psicólogos escolares acompanham o percurso dos alunos e a sua intervenção é muitas vezes iniciada numa fase precoce. Poderia dizer que eles estão na primeira linha de intervenção, podendo contribuir de forma decisiva para que os problemas não se agudizem, encaminhado, quando necessário, para outro tipo de técnicos, nomeadamente psicólogos clínicos, pedopsiquiatras ou pediatras do desenvolvimento. A contratação de psicólogos clínicos faz todo o sentido, até porque está provado que uma em cada quatro crianças/jovens poderá vir a sofrer de problemas de saúde mental. O que não faz sentido é achar que uns excluem os outros. Cada um dos profissionais em questão é necessário, pois têm atuações que se complementam. O que infelizmente acontece é que, também na área clínica, os psicólogos que trabalham em serviços públicos se debatem com o mesmo problema: incapacidade para responder ajustadamente a tantas solicitações!
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, janeiro 25, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 19 de janeiro de 2014
DIVISÃO: COM DOIS NÚMEROS DECIMAIS
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, janeiro 19, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
DIVISÃO: NÚMEROS INTEIROS
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, janeiro 19, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 29 de dezembro de 2013
SÓ APRENDE QUEM SE RI E SÓ SE RI QUEM NÃO TEM FOME
O Público, na revista de hoje, apresenta um extenso e interessante trabalho sobre o recurso às cantinas escolares em tempo de férias. Do trabalho releva que embora existam crianças que recorrem às cantinas escolares porque frequentam nas escolas Actividades de Tempo Livres, dado que as famílias não têm como resolver o problema da guarda dos miúdos enquanto trabalham, boa parte das crianças e adolescentes encontram na cantina escolar a única refeição consistente e equilibrada a que acedem.
Como se sabe, as carências alimentares atingem muitíssimas famílias, o próprio MEC procurou responder através do PERA - Programa Escolar de Reforço Alimentar, durante o último ano lectivo, são múltiplas as situações de crianças a chegar à escola sem alimentação, sendo que as únicas refeições que a que acedem são as que as escolas proporcionam o que também tem levado justamente inúmeras autarquias a manter abertas nas férias a cantinas escolares o que sustentou o trabalho do Público.
O impacto das circunstâncias de vida no bem-estar das crianças e em aspectos mais particulares no rendimento escolar e comportamento é por demais conhecido e essas circunstâncias constituem, aliás, um dos mais potentes preditores de insucesso e abandono quando são particularmente negativas, como é o caso de carências significativas ao nível das necessidades básicas.
É também reconhecido que as crianças constituem um dos grupos mais vulneráveis e que sofrem maiores consequências das dificuldades sentidas nas suas comunidades e famílias.
Em Maio, um Relatório, "Food for Thought", da organização Save the Children, afirmava que 25% das crianças do terão o seu desempenho escolar em risco devido à malnutrição com as óbvias e pesadas consequências em termos de qualificação e qualidade de vida de que a educação é uma ferramenta essencial.
Em qualquer parte do mundo, miúdos com fome, com carências, não aprendem e vão continuar pobres. Manteremos as estatísticas internacionais referentes a assimetrias e incapacidade de proporcionar mobilidade social através da educação. Não estranhamos. Dói mas é “normal”, é o destino.
Quando penso nestas matérias sempre me lembro da história, umas das maiores lições que já recebi e que já contei várias vezes e que me aconteceu há uns anos em Inhambane, Moçambique. Ao passar por uma escola para gaiatos pequenos o Velho Bata, um homem velho e sem cursos, meu anjo da guarda durante a estadia por lá, me dizer que se mandasse traria um camião de batata-doce para aquela escola. Perante a minha estranheza, explicou que aqueles miúdos teriam de comer até se rir, “só aprende quem se ri”, rematou o Velho Bata.
Pois é Velho, putos com fome não aprendem e vão continuar pobres.
Texto de Zé Morgado in: atentainquietude
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, dezembro 29, 2013 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 22 de dezembro de 2013
ADORAMOS VISITAR A BIBLIOTECA!!!
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Regras em crise
É urgente que os pais compreendam que ao imporem disciplina desde cedo estão a promover o autocontrolo dos filhos e a ajudá-los a serem capazes de estabelecer os seus próprios limites. ![]()
"Já não sei mais o que fazer... dou-lhe tudo! Ele tem computador, telemóvel topo de gama, televisão no quarto e leitor de MP3."
A elevada frequência com que me tenho confrontado com afirmações semelhantes a esta, tem-me deixado verdadeiramente preocupada. Os pais que fazem afirmações deste tipo têm geralmente filhos problemáticos, sendo frequentemente chamados à escola porque estes não cumprem regras nem respeitam os adultos. Em termos educativos, entramos na onda do dar muito, mas exigir pouco. Muitos dos nossos alunos sabem que o mau comportamento não será penalizado, nem na escola, que infelizmente tem poucos meios para impor autoridade, nem em casa. Depois de dois ou três dias em que o castigo vigora, o coração do pai ou da mãe amolece e, portanto, rapidamente se reconquista tudo o que se perdeu na sequência dos maus comportamentos na escola. Como não há consistência em termos educativos, rapidamente a criança/o jovem volta a apresentar distúrbios de comportamento, porque afinal os castigos, se existirem, são de tão curta duração que a/o leva a aprender que "o crime verdadeiramente compensa". Não é difícil um jovem pensar "Para que é que vou mudar de atitude, se mesmo sendo arrogante e mal-educado poderei usufruir de telemóvel, televisão no quarto e de todas as outras mordomias que felizmente tenho sempre ao meu alcance?". O meu contacto frequente com alunos não me deixa qualquer dúvida relativamente à veracidade da teoria apresentada. Recentemente, devido ao comportamento disruptivo de um grupo de alunos que frequentam um CEF (Curso de Educação e Formação), dizia uma aluna: "Eu estou a esforçar-me por melhorar o meu comportamento, porque a minha mãe me tirou o telemóvel e as saídas com as minhas amigas. Só poderei voltar a ganhar isto, se o meu comportamento melhorar." Outro aluno, cujo pai fora também alertado para a importância de aplicar algumas penalizações em consequência do seu mau comportamento, dizia arrogantemente: "O meu pai não me tirou nada."
Quando estes jovens são encaminhados para o Serviço de Psicologia e Orientação, procuro que os pais compreendam que os filhos não sofrem de nenhum problema psicológico e o processo de mudança passa pelo estabelecimento de regras e limites por parte da família. Ora este processo esbarra de imediato com muitas dificuldades, pois o trabalho que os pais deveriam iniciar nos primeiros anos de vida começa apenas na adolescência, quando a omnipotência e tirania dos jovens já é reinante. Nos primeiros seis anos de vida, a interiorização das regras e a tomada de consciência dos limites são mais fáceis de integrar.
É de sublinhar que alguns destes pais nunca impuseram limites, por considerarem que os comportamentos disfuncionais dos filhos seriam o resultado deste ou daquele problema familiar e não o fruto da inexistência de autoridade; outros, porque dizer "não" e manter o "não" dá muito mais trabalho que dizer "sim". Contrariamente ao que estes pais supõem, no fundo, as crianças gostam de ouvir "não", uma vez que este significa que há alguém acima delas que as ajuda a resolver o que não conseguem resolver sozinhas, e que toma conta delas, protegendo-as contra eventuais riscos.
Usando as palavras do Dr. Daniel Sampaio: "É preciso afirmar, sem subterfúgios, que não se pode educar sem autoridade, quer no contexto da família quer no ambiente da escola. Há temas que não são negociáveis na interação com os filhos: o respeito pelos mais velhos, a proibição da linguagem obscena, o cumprimento dos horários, a obrigatoriedade de trabalhar ou estudar, a manutenção dos limites da privacidade geracional, a necessidade de cumprir em conjunto os rituais familiares (festas significativas, datas de habitual festejo, férias da família), entre outros."*
É portanto urgente que os pais compreendam que ao imporem disciplina desde cedo estão a promover o autocontrolo dos filhos e a ajudá-los a serem capazes de estabelecer os seus próprios limites.
Adriana campos in educare
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) terça-feira, novembro 01, 2011 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; regras; comportamento
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Um olhar sobre a diferença
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sexta-feira, junho 03, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: palestra; um olhar sobre a diferença
