sábado, 29 de março de 2014
Texto Dramático
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, março 29, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, 28 de março de 2014
Diz-me quem sou... e eu sê-lo-ei
As crenças dos jovens relativamente à sua capacidade para aprender, a sua motivação para a escola e para a aprendizagem e as suas expetativas no domínio académico podem ser influenciadas positiva ou negativamente pelos pais e pelos professores.
No que à integração na escola diz respeito, se os estabelecimentos de ensino têm um papel central a desempenhar, criando um ambiente acolhedor, o papel dos pais não é menos importante.
"Na escola é que te vão ensinar a andar na linha!"
"A professora tem lá uma régua para quem se porta mal."
Frases como estas, ao invés de gerarem expetativas positivas, dão lugar ao medo.
Expetativas negativas face à aprendizagem e crenças negativas relativamente à capacidade pessoal podem ser desenvolvidas através de frases também muito comuns. Por parte dos pais ou de outros familiares, ouvem-se com frequência afirmações idênticas às seguintes:
"Matemática? Eu nunca dei nada e tu sais a mim, de certezinha."
"Trata de te portar em condições na escola. Já bem basta não seres esperto para aprender."
Os professores também deixam escapar alguns comentários menos felizes, sem sequer disso se aperceberem. Alunos que, fruto de esforço pessoal, obtêm resultados melhores num trabalho ou num teste são "recompensados", com alguma frequência, com observações como estas:
"Fizeste este trabalho sozinho ou alguém te ajudou?"
"Copiaste no teste?"
À força de tanto ouvir coisas destas, as crianças acabam por acreditar nelas e a profecia realiza-se. Convencem-se da sua falta de capacidades e é meio caminho andado para notas más a Matemática ou a outras disciplinas.
As crenças dos jovens relativamente à sua capacidade para aprender, a sua motivação para a escola e para a aprendizagem e as suas expetativas no domínio académico podem ser influenciadas positiva ou negativamente pelos pais e pelos professores. Se eles tiverem consciência disso, poderão ajudar muito os seus educandos, contribuindo para que eles acreditem em si próprios e se sintam capazes de aprender e com vontade de o fazer.
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sexta-feira, março 28, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 23 de março de 2014
Cadeia Alimentar Simples
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sábado, 15 de março de 2014
Como incentivar o seu filho a estudar
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Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, março 15, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, 5 de março de 2014
Brincadeiras entre amigos
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
Simetrias de Rotação e de Reflexão Deslizante
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
A Maior Flor do Mundo - José Saramago
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Problemas com Subtrações
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Os Planetas do Sistema Solar
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Continentes e Oceanos
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) terça-feira, fevereiro 18, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Movimento de Rotação e de Translação da Terra
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domingo, 16 de fevereiro de 2014
Frações Equivalentes
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, fevereiro 16, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
O Alfabeto em português
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, fevereiro 16, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Arredondar números até aos Milhares
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) terça-feira, fevereiro 04, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Arredondar números até às dezenas
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) terça-feira, fevereiro 04, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Diagrama de Caule e Folhas
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, fevereiro 01, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
"Os bons pais fazem uma asneira de 8 em 8 horas"
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, fevereiro 01, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 26 de janeiro de 2014
Leitura e escrita de números por CLASSES, ORDENS e por EXTENSO
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, janeiro 26, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Divisão por um número com 2 algarismos no divisor
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) domingo, janeiro 26, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
sábado, 25 de janeiro de 2014
Psicólogos escolares? Psicólogos clínicos?
O trabalho em contexto escolar permite uma
intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere
com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras
entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas
vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção.
“Tenho uma dúvida quando falam na notícia
em psicólogos escolares. Já que são encaminhados das escolas, para clínica
privada, centros de saúde, hospitais, etc., tantas crianças, não faria sentido
também a contratação de psicólogos na área clínica? Parece-me uma questão que
merece alguma reflexão. Obrigada.” Célia Barreiros
Tenho de “fugir” do meu gabinete do “Serviço de Psicologia e Orientação”(SPO)
na escola, sempre que preciso de realizar uma tarefa que exija um maior esforço
de concentração e que não implique atendimento direto. Sem exagerar, há sempre
alguém a bater à porta, um telefone a tocar ou um pedido urgente de atendimento
a chegar. Quando, em algum momento, isto não acontece, sou invadida por uma
sensação de estranheza e, quase inconscientemente, questiono-me sobre “o que
estará hoje a acontecer?”! O trabalho em contexto escolar permite uma
intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere
com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras
entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas
vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção. Os pedidos
são tantos, que muitas vezes o psicólogo é invadido pelo peso da impotência,
pois gostaria de atender e acompanhar mais de perto os encaminhamentos que lhe
são dirigidos, mas o tempo esgota-se… e o técnico também se esgota, porque é
humanamente impossível responder da forma que seria desejável.
Uma explicação para esta sobrecarga a que estão submetidos os psicólogos
escolares é dada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, que defende a
existência de mais psicólogos nas escolas (um acréscimo de cerca de 790) para
que o rácio desejável e aconselhável de um psicólogo por cada mil alunos seja
uma realidade, sobretudo num momento de crise que potencia a procura destes
serviços. Este ano, curiosamente, anunciou-se um aumento de cinco vagas, de 176
para 181, mas as escolas foram informadas de que teriam um psicólogo a meio
tempo. Para quem trabalha em contexto escolar, este “meio tempo” soa a absurdo,
a ridículo, a falta total da noção do que é o trabalho desenvolvido pelo
psicólogo em contexto escolar. O que é meio tempo, num mar imenso de
solicitações? Se numa fase inicial, quando o serviço dava os primeiros passos,
há muitos anos atrás, eram sobretudo os adultos que batiam à porta do SPO,
agora são muitas vezes os alunos que tomam a iniciativa e, quando o fazem, as
situações são geralmente graves e exigem uma intervenção célere e urgente.
As famílias estão desorientadas, nomeadamente no que se refere à educação dos
filhos. Há muitos pedidos que chegam ao SPO que se prendem com a incapacidade
de os pais educarem corretamente. Não há dúvida nenhuma que isto é verdade. Por
isso, e porque ninguém nasce ensinado, é que muitas vezes o trabalho é
desenvolvido com os pais, sendo estes sensibilizados para a importância e
urgência de alterarem as suas práticas parentais.
Os psicólogos escolares acompanham o percurso dos alunos e a sua intervenção é
muitas vezes iniciada numa fase precoce. Poderia dizer que eles estão na
primeira linha de intervenção, podendo contribuir de forma decisiva para que os
problemas não se agudizem, encaminhado, quando necessário, para outro tipo de
técnicos, nomeadamente psicólogos clínicos, pedopsiquiatras ou pediatras do
desenvolvimento. A contratação de psicólogos clínicos faz todo o sentido, até
porque está provado que uma em cada quatro crianças/jovens poderá vir a sofrer
de problemas de saúde mental. O que não faz sentido é achar que uns excluem os
outros. Cada um dos profissionais em questão é necessário, pois têm atuações
que se complementam. O que infelizmente acontece é que, também na área clínica,
os psicólogos que trabalham em serviços públicos se debatem com o mesmo
problema: incapacidade para responder ajustadamente a tantas solicitações!
Adriana Campos in educare
Tenho de “fugir” do meu gabinete do “Serviço de Psicologia e Orientação”(SPO) na escola, sempre que preciso de realizar uma tarefa que exija um maior esforço de concentração e que não implique atendimento direto. Sem exagerar, há sempre alguém a bater à porta, um telefone a tocar ou um pedido urgente de atendimento a chegar. Quando, em algum momento, isto não acontece, sou invadida por uma sensação de estranheza e, quase inconscientemente, questiono-me sobre “o que estará hoje a acontecer?”! O trabalho em contexto escolar permite uma intervenção imediata quando as situações são urgentes e uma articulação célere com famílias, quando estas estão presentes, com professores e com outras entidades, que possam contribuir para a resolução dos problemas e que, muitas vezes, até já estão a desenvolver um qualquer tipo de intervenção. Os pedidos são tantos, que muitas vezes o psicólogo é invadido pelo peso da impotência, pois gostaria de atender e acompanhar mais de perto os encaminhamentos que lhe são dirigidos, mas o tempo esgota-se… e o técnico também se esgota, porque é humanamente impossível responder da forma que seria desejável.
Uma explicação para esta sobrecarga a que estão submetidos os psicólogos escolares é dada pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, que defende a existência de mais psicólogos nas escolas (um acréscimo de cerca de 790) para que o rácio desejável e aconselhável de um psicólogo por cada mil alunos seja uma realidade, sobretudo num momento de crise que potencia a procura destes serviços. Este ano, curiosamente, anunciou-se um aumento de cinco vagas, de 176 para 181, mas as escolas foram informadas de que teriam um psicólogo a meio tempo. Para quem trabalha em contexto escolar, este “meio tempo” soa a absurdo, a ridículo, a falta total da noção do que é o trabalho desenvolvido pelo psicólogo em contexto escolar. O que é meio tempo, num mar imenso de solicitações? Se numa fase inicial, quando o serviço dava os primeiros passos, há muitos anos atrás, eram sobretudo os adultos que batiam à porta do SPO, agora são muitas vezes os alunos que tomam a iniciativa e, quando o fazem, as situações são geralmente graves e exigem uma intervenção célere e urgente.
As famílias estão desorientadas, nomeadamente no que se refere à educação dos filhos. Há muitos pedidos que chegam ao SPO que se prendem com a incapacidade de os pais educarem corretamente. Não há dúvida nenhuma que isto é verdade. Por isso, e porque ninguém nasce ensinado, é que muitas vezes o trabalho é desenvolvido com os pais, sendo estes sensibilizados para a importância e urgência de alterarem as suas práticas parentais.
Os psicólogos escolares acompanham o percurso dos alunos e a sua intervenção é muitas vezes iniciada numa fase precoce. Poderia dizer que eles estão na primeira linha de intervenção, podendo contribuir de forma decisiva para que os problemas não se agudizem, encaminhado, quando necessário, para outro tipo de técnicos, nomeadamente psicólogos clínicos, pedopsiquiatras ou pediatras do desenvolvimento. A contratação de psicólogos clínicos faz todo o sentido, até porque está provado que uma em cada quatro crianças/jovens poderá vir a sofrer de problemas de saúde mental. O que não faz sentido é achar que uns excluem os outros. Cada um dos profissionais em questão é necessário, pois têm atuações que se complementam. O que infelizmente acontece é que, também na área clínica, os psicólogos que trabalham em serviços públicos se debatem com o mesmo problema: incapacidade para responder ajustadamente a tantas solicitações!
Publicada por A B C da Pequenada ''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire) à(s) sábado, janeiro 25, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem


