sexta-feira, 16 de maio de 2014

O Planeta Limpo - Vamos Reciclar


sábado, 10 de maio de 2014

A SAÚDE MENTAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


Segundo o Expresso, os problemas de saúde mental nas crianças parecem estar a aumentar. Em 2013 registaram-se cerca de 20 000 novas consultas de pedopsiquiatria, mais 30% que em 2011. É um indicador preocupante e ainda mais preocupante pela inexistência de resposta adequada e acessível para muitas crianças e adolescentes.
Recordo que em Março foi noticiada a interrupção dos apoios a crianças e adolescentes da região do Algarve pois o programa de que beneficiavam, Grupos de Apoio à Saúde Mental Infantil, que já tinha merecido prémios de boas práticas, foi suspenso em vez de ser generalizado. Esta suspensão foi obviamente sentida com grande inquietação por famílias e profissionais.
Em 2012 esteve em Portugal um especialista nesta área, Peter Wilson, que, naturalmente, referia a necessidade de que nas escolas e na comunidade próxima existam apoios aos professores, às famílias e às crianças com dificuldades emocionais, a única forma, entende, apoiado na sua experiência, de minimizar e ajudar neste tipo de problemas que, não sendo acautelados, têm quase sempre efeitos devastadores em termos pessoais e sociais. Segundo Peter Wilson, os estudos em Inglaterra sugerem a existência de três crianças com problemas do foro emocional em cada sala de aula pelo que o apoio é muito mais eficaz e económico prestado na escola ou na comunidade próxima a alunos, famílias e professores. Este entendimento é partilhado, creio, pela generalidade dos profissionais e famílias, também em Portugal e os dados hoje divulgado pelo Expresso sublinham esta ideia.
Suspender um programa de apoio a situações de doença mental em crianças e adolescentes, reconhecidamente de qualidade, é algo de inquietante.
No entanto, não é a única razão de inquietação neste universo.
Há alguns meses a imprensa referia a inexistência de camas nos serviços de pedopsiquiatria que possam acomodar adolescentes em tratamento o que leva a que em muitas circunstâncias adolescentes sejam internados em serviços de adultos o que na opinião dos especialistas pode ser uma experiência "traumatizante" sendo, aliás, contrárias às boas práticas de qualquer país civilizado em matéria de saúde mental. A propósito recordo que de acordo com o relatório "Portugal Saúde Mental em Números 2013", só 16,2% das pessoas com perturbações mentais ligeiras e 33,8% das que sofrem de perturbações moderadas recebem tratamento em Portugal.
Por outro lado é também conhecida a enorme dificuldade que muitas instituições que acolhem menores estão a passar dificultando a resposta com a qualidade bem como a possibilidade de responder a novas situações.
Está nos livros e nas experiências que em situação de crise os mais vulneráveis, crianças e adolescentes, por exemplo, são, justamente, os mais sofredores com as dificuldades.
Miúdos que estão em famílias ou chegam às instituições e necessitam de um aconchego, um ninho e uma qualidade de vida que a família, por diversas razões, não sabe, não quer ou não é capaz de providenciar, podem sofrer uma nova penalização com riscos fortíssimos de compromisso do seu futuro.
As crianças e adolescentes com perturbações da sua saúde mental, casos em crescimento, precisam, imprescindivelmente de ser acolhidos e apoiados de forma adequada. Essa é também uma responsabilidade das comunidades e de quem lidera.
Como o povo diz, sobra sempre para os mesmos.

José Morgado
in http://atentainquietude.blogspot.pt/ 


sexta-feira, 9 de maio de 2014

A piscina do Popeye


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Diagrama de Carroll e de Venn


terça-feira, 6 de maio de 2014

Multiplicação de Frações


sábado, 3 de maio de 2014

Preposições


Advérbios


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Diagrama de Venn


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Frisos e Simetrias


terça-feira, 29 de abril de 2014

Planeta Terra - O Sol e a Lua vistos do satélite


sábado, 26 de abril de 2014

FORNOS SOLARES - Ciência a Brincar


quinta-feira, 24 de abril de 2014

A Galinha Ruiva


sábado, 12 de abril de 2014

Prevenção de comportamentos autolesivos na adolescência


Para que uma criança cresça equilibradamente é de todo importante a existência de uma empatia calorosa, um ambiente organizado, a existência de rituais familiares e de apreciações estimulantes, mas isto não chega… O outro lado, menos cor-de-rosa, também é necessário, diria que indispensável!

“O medo é eu gostar muito de ti e ter medo de te perder”
Letria, J. (2008). “O medo o que é?” Biblioteca José Jorge Letria. Ambar

Todos os pais temem o sofrimento dos filhos! Todos, ou quase todos, os tentam proteger do confronto com a dor. Queremos que a vida deles corra sem percalços e sem sobressaltos e que todas as barreiras, por maiores que sejam, tenham uma característica: a transponibilidade! Antecipamos perigos e tentamos retirar as pedras do caminho, pois sempre é mais tranquilizador imaginar um caminho plano, em que o risco de cair é menor. Nesta tentativa de que tudo seja perfeito, ou quase, esquecemos que é preciso alguma frustração e desconforto para se crescer melhor, para se ser mais além! Para que uma criança cresça equilibradamente é de todo importante a existência de uma empatia calorosa, um ambiente organizado, a existência de rituais familiares e de apreciações estimulantes, mas isto não chega…

O outro lado, menos cor-de-rosa, também é necessário, diria que indispensável! Deste lado menos confortável, encontra-se o “não” e o respeito por este e também o adiamento da recompensa. Para alguns pais é tremendamente difícil dizer “não”, mais difícil ainda é mantê-lo. Por este motivo vemos jovens já bem crescidos a amuar quando são contrariados, e deparamo-nos com professores saturados de alunos que não têm a noção dos limites.

Uma outra dificuldade bem atual é perceber que a recompensa é algo que se conquista e, por isso, até a atingir é preciso um esforço, que se tem de prolongar no tempo. Vivemos numa época em que tudo é para ontem, em que se tem tudo, mesmo com provas dadas de que a recompensa não é merecida. “Resolvi atribuir-lhe uma mesada para ver se sobe as negativas.” “Instalei-lhe uma televisão no quarto, para ver se o seu mau comportamento na escola se altera.” Estas são afirmações verídicas de pais que sempre deram tudo aos filhos e que quase nunca exigiram algo em troca. Geralmente estes jovens têm grandes dificuldades de auto controlo e de gerir a frustração! Estes filhos vão crescendo e os pais comentam: “Como é possível que este meu filho, que sempre teve tudo, me dá cada vez mais problemas?”.

Terminei o último artigo, comportamentos autolesivos na adolescência, afirmando que retomaria o tema, com o objetivo de dar sugestões de prevenção deste tipo de comportamentos. Uma vez que refletir sobre uma etapa de desenvolvimento implica quase obrigatoriamente pensar nas anteriores, fui “obrigada” a fazer esta longa introdução inicial, porque prevenir comportamentos de risco na adolescência implica que o trabalho comece logo nos primeiros anos de vida. Na adolescência há também aspetos muito importantes a ter em consideração, que passarei a referir.

Os adolescentes deixaram de ser crianças. Por este motivo, a relação e a comunicação devem ajustar-se a esta mudança. Quando o adulto não concorda com o adolescente, podem ocorrer situações de grande conflito e uma comunicação tensa. Como agressividade gera agressividade, é fundamental evitar que as discussões entrem em escalada. Remeter para mais tarde a continuação da conversa pode ser muito mais ajustado, pois a zanga diminuiu e os argumentos poderão estar mais claros e definidos. Os adultos devem sempre ouvir a opinião dos mais jovens, cedendo em questões secundárias, mas nunca em questões que se relacionem com a saúde e a segurança.

Conhecer os amigos dos filhos e ajudá-los a selecioná-los cuidadosamente é outro aspeto importante. O grupo de pares é determinante nesta faixa etária e por isso toda a atenção é pouca! Os pais devem promover uma relação de cumplicidade com os filhos adolescentes, mantendo-se atentos aos seus interesses e à sua vida e tentando manter uma ligação de proximidade que ultrapasse o período da noite, quando há o reencontro familiar. Esta ligação pode ser mantida através de telefonemas, e-mails, convites para almoçar ou para outros “programas”.

Termino com muito ainda por dizer, mas não posso alongar-me mais. Acrescento apenas e pegando na definição de medo com que iniciei: o medo de impor limite aos filhos, com medo de os perder, leva a que aumente exponencialmente o risco de isto vir a acontecer.
"Adriana Campos" in
Educare 

sábado, 29 de março de 2014

Texto Dramático


sexta-feira, 28 de março de 2014

Diz-me quem sou... e eu sê-lo-ei

As crenças dos jovens relativamente à sua capacidade para aprender, a sua motivação para a escola e para a aprendizagem e as suas expetativas no domínio académico podem ser influenciadas positiva ou negativamente pelos pais e pelos professores.

Quando as crianças têm expetativas positivas face à escola, a si próprias e à aprendizagem, poderão integrar-se melhor e aprender com mais facilidade. Tanto as escolas como as famílias têm grandes responsabilidades na promoção dessas expetativas.
No que à integração na escola diz respeito, se os estabelecimentos de ensino têm um papel central a desempenhar, criando um ambiente acolhedor, o papel dos pais não é menos importante.
"Na escola é que te vão ensinar a andar na linha!"
"A professora tem lá uma régua para quem se porta mal."
Frases como estas, ao invés de gerarem expetativas positivas, dão lugar ao medo.
Expetativas negativas face à aprendizagem e crenças negativas relativamente à capacidade pessoal podem ser desenvolvidas através de frases também muito comuns. Por parte dos pais ou de outros familiares, ouvem-se com frequência afirmações idênticas às seguintes:
"Matemática? Eu nunca dei nada e tu sais a mim, de certezinha."
"Trata de te portar em condições na escola. Já bem basta não seres esperto para aprender."
Os professores também deixam escapar alguns comentários menos felizes, sem sequer disso se aperceberem. Alunos que, fruto de esforço pessoal, obtêm resultados melhores num trabalho ou num teste são "recompensados", com alguma frequência, com observações como estas:
"Fizeste este trabalho sozinho ou alguém te ajudou?"
"Copiaste no teste?"
À força de tanto ouvir coisas destas, as crianças acabam por acreditar nelas e a profecia realiza-se. Convencem-se da sua falta de capacidades e é meio caminho andado para notas más a Matemática ou a outras disciplinas.
As crenças dos jovens relativamente à sua capacidade para aprender, a sua motivação para a escola e para a aprendizagem e as suas expetativas no domínio académico podem ser influenciadas positiva ou negativamente pelos pais e pelos professores. Se eles tiverem consciência disso, poderão ajudar muito os seus educandos, contribuindo para que eles acreditem em si próprios e se sintam capazes de aprender e com vontade de o fazer.
Armanda Zenhas in Educare 

domingo, 23 de março de 2014

Cadeia Alimentar Simples


   No exemplo acima podemos observar que o produtor é um organismo autótrofo, o consumidor primário é um organismo que se alimenta somente de vegetais, que neste exemplo é a borboleta e o consumidor secundário é o sapo que se alimenta da borboleta.


        Na imagem acima temos o exemplo de outra cadeia alimentar, na qual o produtor é a cenoura, o consumidor primário é o coelho que se alimenta da cenoura e o consumidor terciário é o lobo, que se alimenta do coelho.

sábado, 15 de março de 2014

Como incentivar o seu filho a estudar

Acompanhe de perto o percurso escolar dos seus filhos.
Sem "exagerar", comunique regularmente com o professor, não apenas para falar do rendimento escolar, mas também da sua integração e motivação, entre outros temas.
Não se esqueça que a tarefa de formar uma criança é uma tarefa repartida entre a família, a escola e os outros elementos que com ela interagem.

No processo de aprendizagem o sujeito é o aluno. Por isso, não basta que os professores expliquem e exijam, é preciso que os alunos realizem o trabalho correspondente de aprender.

Neste "trabalho", estudar é uma acção necessária para a educação intelectual que inclui:
- aprender a pensar;
- adquirir a capacidade de discernimento para ser um adulto que saiba, conscientemente, fazer as suas escolhas;
- obter a cultura que, se é autêntica, é uma forma de viver, entre outros.

Um dos objectivos fundamentais da acção de estudar é conseguir a educação para o trabalho, que as crianças e jovens reconheçam o papel do trabalho nas suas (e nossas) vidas.
É, portanto, necessário saber motivar os seus filhos para o estudo e conseguir que eles queiram e saibam fazê-lo.
Como? Os factores primordiais são um bom ambiente de trabalho e a harmonia familiar.

Quando na família se respira um clima de trabalho equilibrado, quando os pais tornam os filhos participantes das suas aspirações profissionais, na medida em que as podem entender, quando o trabalho ocupa um lugar objectivo e é aceite numa atitude de serviço, então, o ambiente familiar é uma motivação muito grande para os estudos.

Não reduza a educação ao êxito escolar como primeiro passo do futuro êxito social. O mais importante não é, exclusivamente, ter excelentes notas. Há que - mais uma vez, racionalmente, sem excessos - ter em conta os motivos, as convicções e as preferências de cada criança/jovem.

Para que o estudo seja um trabalho educativo devem colocar-se em jogo as faculdades pessoais, ou seja:
- estudar deve ser uma acção feita de livre vontade;
- o estudante deverá assumir a responsabilidade da própria tarefa.

É importante indicar aos seus filhos os objectivos (a curto, médio e, por vezes, a longo prazo) do seu trabalho, sem reduzir as tarefas escolares ao cumprimento de uma obrigação, à qual não é possível escapar enquanto não chegam as férias.

Portanto, recomenda-se que os pais, do ponto de vista educativo, quanto ao estudo dos seus filhos, dêem prioridade ao trabalho e ao esforço que estes desenvolvem e, só depois, às notas ou classificações escolares.
Uma boa medida a tomar será seguir quotidianamente, de maneira prudente mas real, os estudos dos seus filhos, ajudando-os discretamente a manter a exigência de um plano diário de estudos.

Tente evitar as reacções despropositadas perante as notas. O esforço que os seus filhos despendem é, frequentemente, mais importante que os resultados alcançados.
Dependendo do contexto, uma nota média conseguida com esforço e empenho merece uma recompensa normalmente reservada a uma nota elevada.

As classificações escolares devem servir para reflectir e dialogar com os seus filhos, procurando soluções que melhorem a sua capacidade de trabalho e de aprendizagem.

Para ajudar os seus filhos nos estudos, é importante que em casa sejam asseguradas condições favoráveis para que estes possam trabalhar todos os dias.

Eis algumas sugestões:
- um lugar tranquilo para estudar;
- um ambiente familiar que ajude a estudar;
- um horário de estudo respeitado por todos, sem interrupções;
- uma hora de estudo não muito tardia;
- no mínimo, oito horas de sono;
- um regime alimentar saudável, equilibrado;
- controlo sobre a televisão e navegação na internet, entre outros.

O mais importante, é que o seu filho aprenda a gostar de estudar e se sinta valorizado pela sua prática.


Fonte: Educom - Associação Portuguesa de Telemática Educativa (adaptado) 


  

quarta-feira, 5 de março de 2014

Brincadeiras entre amigos


Matias, espera por miiiiiim...

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Simetrias de Rotação e de Reflexão Deslizante


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A Maior Flor do Mundo - José Saramago