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| Actualmente existe alguma variedade de espécies que podem ser adotadas como animais de estimação. in educare |
''Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.'' (Paulo Freire)
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| Actualmente existe alguma variedade de espécies que podem ser adotadas como animais de estimação. in educare |
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, março 11, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: companhia; animais; estimação
Publicada por Unknown à(s) segunda-feira, março 07, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: autismo; programa son-rise; algumas técnicas
Publicada por Unknown à(s) sábado, março 05, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: tricotilomania
O David tinha um irmão mais novo que o seguia para todo o lado.
No início era muito engraçado, ver o mano sempre atrás dele quando ia da sala para o quarto, do quarto para a cozinha, … mas ao fim de algum tempo, o David estava a ficar cansado de ter sempre o seu mano atrás de si. Quando o David estava a estudar, o mano trazia os carros e fazia barulho; quando estava a lavar os dentes, o mano ia buscar a sua escova de dentes e colocava-se ao seu lado a lavar os dentes; até quando estava a brincar com os seus amigos, o mano andava atrás dele.
O David nunca pensou que o seu pedido tivesse este resultado; é que ele tinha pedido muito aos pais para ter um mano, mas… não era isto que ele tinha pensado. Na verdade, ele queria um irmão mais velho que jogasse à bola com ele (o mano não conseguia dar grandes pontapés na bola), que lhe fizesse companhia na escola (o mano ainda estava a aprender as cores), que dividisse os castigos com ele (os pais diziam que o mano era muito pequeno e não sabia o que fazia).
Não, não era nada disto que ele tinha pensado! E agora não podia fazer nada. Não havia nenhuma loja onde se conseguisse trocar um mano mais novo por outro, mais velho, a estrear.
Então um dia, enquanto remexia no sótão (escondido lá, para o mano não o encontrar), encontrou uma arca cheia de velharias; lá dentro estava uma caixa com uma fechadura. O David procurou a chave por todo o lado até a descobrir. Quando abriu a caixa, depois de espirrar por causa do pó, saiu de lá de dentro um homenzinho muito pequeno (do tamanho de uma mão aberta), vestido de uma forma engraçada e, imaginem só, azul! Mesmo azul, da cabeça aos pés (e não falo da roupa). O homenzinho agradeceu ao David e perguntou-lhe se o podia ajudar em troca do favor que o David lhe tinha acabado de fazer. O David disse logo que sim, claro que podia. E se ele pedisse ao homenzinho para que o irmão deixasse de andar atrás dele o dia todo? O homenzinho respondeu-lhe que sim, que amanhã o irmão já não andaria o dia inteiro a segui-lo. O David mal podia esperar pelo próximo dia.
Quando acordou no dia seguinte viu que o irmão não estava na cama dele. Espreitou pela casa todo e nada. Uau! Não tinha mais o irmão atrás dele, nem a derrubar as suas construções, nem a atrapalhar os seus jogos.
O dia foi passando para o David, mas havia qualquer coisa estranha: ele não conseguia perceber porquê, mas não conseguia entreter-se com nada: o computador não tinha piada, fartava-se rapidamente dos carros e nem à bola lhe apetecia jogar.
Bem, a verdade é que sentia algumas saudades do mano, porque às vezes ele até tinha graça; estava sempre pronto para brincar ao que o David queria, ria sempre das suas palhaçadas e até era engraçado ensiná-lo a jogar (mesmo porque o David ganhava sempre os jogos, a não ser que quisesse mesmo perder).
Ao fim do dia, o David já estava arrependido; se calhar era melhor ter um irmão pequeno atrás dele do que nenhum; e depois ele haveria de crescer e deixar de ser trapalhão e começar a ir para a escola (e a ter trabalhos de casa). Voltou ao sótão para ter uma nova conversa com o homenzinho azul. Mas a caixa estava vazia e não estava lá mais ninguém. E agora? Se não encontrasse o homenzinho nunca mais veria o irmão. E os pais? Iam ficar tristes. Como é que ele ia resolver isto?
Pensou, pensou e tornou a pensar. Mas nada! Por mais voltas que desse não conseguia encontrar uma solução. Estava tão concentrado que chegou rapidamente a hora do jantar e a mãe foi chamá-lo para a mesa. Sem saber como ia dizer aos pais que o mano nunca mais voltava, muito triste, lá desceu para jantar.
Quando estava a chegar à porta, sentiu algo a agarrá-lo; qual não era o seu espanto quando viu o mano de volta dele. Então o que tinha acontecido? Como é que o mano voltou a aparecer? Que grande confusão!
Afinal o mano tinha ido de manhã muito cedo levar as vacinas e depois tinha ido passear com o avô. Só tinham voltado à tarde, mas o David estava no sótão tão concentrado que não os tinha ouvido chegar.
O David ficou tão contente e tão aliviado! Nunca mais voltava a pedir que o mano fosse embora (por mais chato que o mano pudesse ser).
Aos pais:
É habitual existirem atritos entre irmãos, em particular quando os interesses de cada idade não são os mesmos. Normalmente não é preocupante e mais tarde ou mais cedo eles acabam por ultrapassar as divergências. Os pais podem ajudar ao bom entendimento descobrindo actividades que todos gostem de fazer em família, com oportunidade para todos participarem (jogos de equipa, jogos de tabuleiro, passeios a museus ou bibliotecas). Aproveitem o tempo para se divertirem (e tirem fotos para mostrar).
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, março 04, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; crianças; história
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| Há uns tempos atrás, apareceu no meu consultório um indivíduo de trinta e muitos anos, funcionário de quadro técnico bancário (para se perceber que não era um iletrado), cujo objectivo era perder peso. |
Paula Veloso
in Educare
Publicada por Unknown à(s) quarta-feira, março 02, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: crianças; saúde; café
Publicada por Unknown à(s) terça-feira, fevereiro 15, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: vídeo; divulgação; autismo
Publicada por Unknown à(s) domingo, janeiro 16, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: divisão;número de 2 algarismos; divisor
Fala-se ultimamente em “Síndrome de Alienação Parental”; embora este termo não seja o correcto, a alienação parental existe quando um dos progenitores tenta repetidamente denegrir o outro progenitor junto da criança, habitualmente durante uma situação de divórcio; contudo não deixa de ser uma situação de maus-tratos emocionais para as crianças.
O divórcio é o 2.º acontecimento de vida mais gerador de stress, que nem sempre é fácil de gerir; aceitar o final de uma relação e adaptar-se a novas realidades é difícil e leva tempo. Por vezes o conflito que surge entre os pais afecta os filhos sem que estes o percebam. E isto acarreta consequências:
- Relações interpessoais: dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas e em relações de maior intimidade;
- Baixa tolerância à raiva e hostilidade: dificuldades em lidar com situações que despertem emoções fortes como a raiva (“ferver em pouca água”), em aceitar o “não”.
- Problemas no sono e na alimentação: dificuldades em adormecer, pesadelos, sono inquieto; pode também existir falta de apetite.
- Maior conflitualidade com figuras de autoridade: dificuldades em segui ordens e orientações de figuras de autoridade (professores, polícias, superiores hierárquicos, …)
- Maior vulnerabilidade e dependência psicológica: auto-estima e auto-confiança mais baixas.
- Sentimento de culpa: a criança é constantemente forçada a escolher um lado e tomar partido, crescendo com um sentimento de culpa e de impotência.
- Doenças psicossomáticas: dores de cabeça, dores de barriga e outras são muito comuns de surgirem, em particular nas situações de stress.
Cada um reage à dor de uma separação da sua própria maneira, sendo que uma maneira construtiva é aceitando o fim da relação a nível emocional e cognitivo, reorganizar e redefinir a família. E isso leva tempo e energia, mas o resultado final é positivo para todos.
Publicada por Unknown à(s) domingo, janeiro 16, 2011 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; alienação parental
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| O autoritarismo é um estilo de educação parental em que as regras são impostas pelos pais de uma forma rígida, não havendo margem para qualquer negociação. Quando aqui é referido o autoritarismo das crianças, penso que o que está em questão é precisamente o facto de também elas quererem impor os seus desejos e reagirem negativamente quando são contrariadas. As birras são manifestações típicas das crianças quando são confrontadas com comportamentos de oposição por parte dos adultos. Autora: Adriana Campos In Educare |
Publicada por Unknown à(s) sábado, janeiro 08, 2011 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação; crianças; autoritarismo
Tornando nosso um "velho" sonho de Tom Stonier, um dos precursores das TIC na educação, "gostaria de assegurar que todas as crianças do mundo tivessem direito a um sistema computacional em rede... e a uma avó". |
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| A designada "escola inclusiva" ou "escola para todos" tem, nos últimos anos, merecido a atenção de muitos organismos, entidades e personalidades nacionais e internacionais que, à luz de crescentes "movimentos" socioeducativos, teceram inúmeras (e importantes) reflexões e recomendações que visam, por um lado, adequar o processo de ensino e aprendizagem às características e singularidade de cada criança ou jovem, e, por outro, criar condições humanas, físicas e materiais que permitam uma participação efectiva e plena de todos os indivíduos na escola e na sociedade. Deste modo, e tendo em consideração, entre outras, as recomendações da Comissão das Comunidades Europeias no que diz respeito à info-inclusão, o enfoque é tanto maior quanto mais acentuadas são as dificuldades e/ou deficiências de que o indivíduo é portador.
Por último, e numa perspectiva de assunção das responsabilidades, foi ainda sugerido que houvesse uma "maior aceitação da responsabilidade do professor pela sua própria aprendizagem e desenvolvimento em TIC" e que se verificasse "maior sensibilidade por parte das estruturas organizacionais e de liderança do nosso sistema educativo". in educare |
Publicada por Unknown à(s) terça-feira, dezembro 21, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Educação; NEE; TIC
Para amar há-de sempre faltar-nos a eloquência e a perspicácia, porque o amor já é eloquentemente forte e apenas a perspicácia de um bom coração o pode receber como inquilino.
Vivemos num mundo amorfo, sem forma de amar. Um mundo em que as pessoas são catalogadas como objectos. Um mundo egoísta, egocentrista e tão excêntrico, que exclui todos Aqueles, cuja forma de amar é mais profunda e incondicional. Vivemos num mundo de anões, não na altura, mas nos sentimentos, são curtos de emoções e são Baixotes na entrega. Mas neste mundo ainda há uma réstia de cor, de alegria, de simpatia, moras em alguns poucos que foram Abençoados com o Poder do Amor.
Segue fazendo o Bem, provavelmente não te faltarão espinhos e pedras. Pedras, no entanto servem nas construções e espinhos lembram Rosas. Não gastes tempo medindo obstáculos ou lastimando ocorrências infelizes. Se a coragem dos que esmorecem e a consolação dos que perdem a esperança. Onde encontrares a sombra acende a luz da esperança. Onde encontrares a sombra acende a luz da renovação. Ama apenas por Amar!
Será que nunca ninguém entenderá que o Mundo sem Amor não é Mundo, apenas um deserto desprovido de Vida! O que sempre nos dará alento, a nós pessoas que cultivam o Amor, será os Oásis que por este deserto fora vamos encontrando. Bem-haja aqueles que nos vão matando a sede!
ASA e SUNRISE
in ajudas
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, dezembro 10, 2010 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: O poder do Amor
Estamos tão perto do Natal que pensámos em falar sobre presentes. Embora na maioria das vezes está escrito na embalagem dos brinquedos qual a faixa etária mais adequada, nem sempre é fácil escolhermos entre tanta oferta. Vamos dar uma pequena ajuda, mostrando quais as capacidades que as crianças têm em cada faixa etária e como podemos ajudar a estimular e a adquirir novas capacidades.
Ficam algumas ideias para alegrar o Natal da criançada. Vamos começar hoje pela faixa etária até aos 12meses.
Aos 6 meses a criança já consegue
· Responder activamente às solicitações do adulto: ri, olha, emite sons,…
· Alcançar e segurar objectos e brinquedos.
· Levar objectos a boca.
· Emitir e localizar sons.
· Rolar.
Os melhores presentes para esta idade são os que desenvolvem a comunicação e audição, que emitam sons, músicas, tais como rocas, mobiles, projectores; brinquedos que promovam a estimulação dos sentido táctil (e não só), com várias cores, macios e com texturas diferentes, como os ginásios, os peluches e livros com texturas; brinquedos de causa e efeito, como aqueles onde a criança quando carrega num botão e este emite som. Brinquedos que estimulem o movimento, como o agarrar e o gatinhar também são importantes.
Aos 9 meses a criança já é capaz de:
· Procurar objectos escondidos.
· Transferir objectos de uma mão para outra.
· Emitir sílabas.
· Sentar-se sem apoio.
Além de alguns presentes da faixa anterior (como os brinquedos de causa e efeito, peluches), podemos começar a estimular novas áreas, tais como a coordenação olho-mão com jogos de encaixe e de empilhar; continuamos a estimular a comunicação com jogos de música tais como pianos, telefones, …
Os triciclos (sem pedais) começam a ser utilizados a partir desta idade.
Aos 12 meses já podemos observar que a criança consegue:
· Imitar gestos.
· Fazer a pinça: segura com o polegar e indicador
· Emitir palavras
· Andar com apoio.
Agora, os presentes já estimulam o movimento autónomo e começamos a utilizar o andador. Brinquedos como os carrinhos, os aviões, as bonecas, com acessórios (como garagens para os carros) são adequados; contudo é necessário ter em atenção os tamanhos dos brinquedos não podem ser demasiado pequenos para a criança não os engolir por acidente. Isto aplica-se a brinquedos que se desmontem em partes mais pequenas. Jogos interactivos com sons e palavras para estimular a fala, agora que a criança precisa de adquirir palavras.
Estas sugestões não dispensam nunca a presença do adulto para envolver a criança na brincadeira, até porque este pode estimular o interesse e atenção da criança, ajuda a desenvolver a comunicação e a aquisição das palavras e a relação com o outro.
Boas compras e boas ideias…
Publicada por Unknown à(s) quarta-feira, dezembro 08, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Natal; Crianças; presentes
Ser deficiente...
Não é ser deficiência física ou psicológica
É deficiência de ideias incessantemente
De raciocínios sem lógica.
Amar e ser amado por quem somos
Deficiências todos temos
De ideias e preconceitos
Todos humanos, todos com defeitos
Amar e ser amado
Lutar e ser lutador
Vencer a luta duma dor inesquecida.
Um amor verdadeiro
Uma inocência na deficiência
Lutadores e vencedores
Lutar contra o vencedor da partida
Mas vencedores da vida.
Conhecedores da sobrevivência
Todos lutadores
Contra a luta e contra as dores.
Um viver e renascer
Na luta vida vencer.
in http://olhares.aeiou.pt/ser_deficiente
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, dezembro 03, 2010 2 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: 3 de dezembro; dia internacional da pessoa com deficiência , poema
A Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família- CrescerSer, está a organizar um Concerto de Solidariedade, para o próximo dia 22 de Dezembro, pelas 18h30m, no Museu do Oriente. Este concerto, visa angariar fundos para a instituição, no sentido de ajudar a colmatar as muitas necessidades sentidas.![]()
A APDMF - CrescerSer dedica-se à problemática das crianças e jovens em perigo, vítimas de negligência, abandono, maus tratos físicos e psicológicos, acolhendo-os, na sequência de uma decisão judicial e definindo em equipa multidisciplinar os Projectos de Vida de cada criança ou jovem acolhido.
in CrescerSer
Publicada por Unknown à(s) quarta-feira, dezembro 01, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: informação
| Protecção de crianças e jovens em risco, despiste de factores familiares prejudiciais ao desenvolvimento afectivo e físico e a problemática da vinculação afectiva foram alguns dos temas que encerraram um curso de formação parental promovido em parceria entre a CrescerSer - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família e o Serviço de Pediatria do Hospital São João, no Porto. |
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| A vinculação é a origem do afecto. Trata-se de uma ligação particular a uma figura próxima que cuida da criança. Desenvolve-se, principalmente, entre os 6 meses e os 3 anos e serve de base a todo o desenvolvimento. Logo, as crianças que são abandonadas ou perdem as figuras a quem estão vinculadas, dentro desta fase, podem ter uma paragem, ou um certo atraso, no desenvolvimento emocional e da linguagem. Mas podem surgir outros sintomas: depressão, apatia. E, mais tarde: ansiedade perante as perdas. |
Autora: Andreia Lobo
in Educare
Publicada por Unknown à(s) segunda-feira, novembro 29, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: crianças em risco
Quanto mais nos esforçarmos para sermos melhores pessoas, mais eles nos imitarão. E porque uma imagem vale mais do que 1000 palavras, fica aqui a chamada de atenção:
Publicada por Unknown à(s) domingo, novembro 21, 2010 2 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: educação
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| Desde os primeiros tempos de vida, a maioria das crianças são sociáveis e procuram activamente o contacto com os outros: jogam ao "faz-de-conta", brincam com os seus pares, gostam de dar e receber mimos. Parecem viver no seu próprio mundo, desligadas, alheadas, desinteressadas e insensíveis aos outros. Grande dificuldade em interagir com outras crianças: partilhar, cooperar ou jogar à vez são para eles tarefas muito difíceis. Seres humanos, animais e objectos poderão ser tratados da mesma forma. Relativa incapacidade de partilha de alegrias ou procura de ajuda/conforto em situações de stress. Evitam o contacto ocular e podem resistir ou mostrar desagrado ao serem pegados ou tocados. Têm perturbações da linguagem (tanto da compreensão como da expressão), por vezes mesmo uma ausência de linguagem que faz pensar em surdez. Se existe linguagem, o vocabulário é pobre. É frequente não usarem o eu e repetirem de modo estranho, como que em eco, o que acabaram de ouvir (ecolalia). Problemas na comunicação não-verbal: mantêm-se muito próximas ou muito afastadas dos interlocutores e olham para os lábios em vez de para os olhos durante a comunicação. Fazem um uso muito pobre da mímica facial ou dos gestos. Tendem a entregar-se a jogos e rotinas repetitivas, de forma isolada, como por exemplo fazer girar objectos. Têm com frequência, em particular em situações de angústia e excitação, movimentos repetitivos das mãos, dedos, etc. (por exemplo abanar as mãos como a imitar um passarinho). Grande rigidez do pensamento e comportamento, por vezes com crises de auto e heteroagressividade face às mudanças das rotinas ou do meio que as rodeia ou quando são contrariadas. Ligações bizarras a certos objectos ou partes destes. Por vezes são extremamente sensíveis a cheiros, sabores e sensações tácteis. A hiperactividade é um problema comum. Em certos casos existem talentos especiais, por exemplo para o cálculo, a música ou o desenho. (Serviço de Pediatria do Hospital de Braga) |
Publicada por Unknown à(s) domingo, novembro 14, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Publicada por Unknown à(s) sábado, novembro 13, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: autismo; programa son-rise; Raun Kaufman
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| O que teria feito Violeta se os seus amigos não tivessem testemunhado a violência de que estava a ser alvo? Muito provavelmente calar-se-ia ou a mãe obrigá-la-ia a que se calasse porque era o violador quem garantia a subsistência da família. "Sem Gonçalves e o rendimento da sua loja, a família de Violeta ficou na miséria em poucas semanas e todas as crianças foram obrigadas a ir trabalhar. Violeta tornou-se cortadora de pavios numa oficina logo a seguir à Rua dos Ingleses. Trabalhava do nascer ao pôr-do-sol no interior daquela fábrica cavernosa e todo o seu salário era entregue directamente à mãe, de modo que não tinha nem um real seu. Meia-Noite ou o Princípio do Mundo. Richard Zimler. D. Quixote.
Autora: Psicóloga Adriana Campos in Educare |
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, novembro 12, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: abuso sexual
Publicada por Unknown à(s) sábado, novembro 06, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: Susana Félix; o mesmo olhar; associação raríssimas
Investigadores alemães, da Universidade de Tuebingen, em colaboração com a empresa Retina Implant devolveram a visão parcial a cegos através da instalação de chips oculares.
Segundo o artigo do jornal Proceedings of the Royal Society B, a investigação pressupõe a instalação de chips, ou implantes, na área da sub-retina. Os chips têm a função de converter a luz em impulsos eléctricos que são encaminhados para o nervo óptico, permitindo a devida interpretação pelo cérebro.
Os implantes foram testados 11 cegos, dois dos quais sofriam de rinitose pigmentar; os restantes padeciam de Coroideremia (ambas doenças têm origens hereditárias e levam à cegueira.
De acordo com a BBC, os resultados da investigação indicaram que a maioria dos pacientes implantados readquiriram a capacidade de identificar letras e objectos, ou ver as horas num relógio.
Apesar da tecnologia apenas permitir recuperar parte da visão, os estímulos visuais readquiridos podem ser bastante importantes para promover a orientação e o ganho de autonomia.
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, novembro 05, 2010 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas: informação; visão; recuperação parcial