quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Tocar um Instrumento Musical Beneficia o Cérebro
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Georges Moustaki - Le Métèque
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Donald no País da Matemágica
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Subtração com Empréstimo
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domingo, 31 de janeiro de 2016
Lengalenga_sola, sapato...
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Adivinha
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" Hino dos Mineiros-Aljustrel "
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
A Dezena
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Semana da Preguiçosa
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sábado, 23 de janeiro de 2016
Bom fim de semana!!!
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23% dos profissionais da educação já viveram situações de stress agudo
Federação Nacional da Educação quer que a lista nacional de doenças profissionais seja atualizada e que as escolas tenham delegados de saúde. Depois de uma campanha e de um diagnóstico, defende que o stress e os problemas de voz devem fazer parte dessa lista.
O stress deve ou não integrar a lista de doenças profissionais dos professores? A Federação Nacional da Educação (FNE) diz que sim e defende essa inclusão com todas as letras num caderno reivindicativo que enviou ao Ministério da Educação (ME), no mês passado. Problemas na voz e lesões musculoesqueléticas também preocupam a classe docente no exercício das suas funções. Estudos recentes indicam que 30% dos docentes portugueses têm níveis elevados de burnout, 20% apresentam níveis médios, e que o impacto económico dos problemas da voz é muito significativo.
Durante sete meses, a FNE desenvolveu a Campanha Nacional da Saúde para chamar a atenção para questões críticas relativas ao dia a dia dos profissionais da educação. “Partimos para esta ação na convicção de que se torna necessário que todos os atores disponham do máximo de conhecimentos indispensáveis para agirem sobre as condições de trabalho e melhorarem a proteção da saúde nos seus locais de trabalho”, explicou, na altura, a FNE. As sessões passaram por Lisboa, Mafra, Viseu, Coimbra, Aveiro, Porto, Faro, Évora, Santarém, Funchal, Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.
Nesses encontros, foram feitos questionários. Os dados estão compilados e as situações de stress agudo nas escolas saltam à vista em 223 questionários validados. Nesta área, 23,3% dos profissionais que trabalham nas escolas revelam que já experienciaram situações agudas de stress profissional, 17,4% afirmam desconhecer os fatores de risco a nível profissional que podem gerar stress e 38,5% dizem desconhecer a síndrome de burnout - 43,9% admitem mesmo ignorar os sintomas de burnout.
Uma percentagem significativa de 85% admite que até à campanha promovida pela FNE não tinham tido qualquer formação sobre a questão do stress em educação. Os fatores de risco, a nível profissional, que podem gerar stress estão identificados. Turmas com muitos alunos, elevada carga horária, alterações permanentes na organização do sistema educativo, incerteza profissional, indisciplina, burocracia, competição, mau relacionamento profissional, excessiva extensão dos programas, são alguns desses fatores.
Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP) e diretor do Agrupamento de Escolas Costa Matos, em Vila Nova de Gaia, garante que o stress se sente nas escolas. “A profissão docente é uma profissão muito específica e o stress sente-se perfeitamente, não tanto por parte dos mais velhos, mas daqueles que dão aulas há alguns anos”, refere ao EDUCARE.PT. “Stress na docência sente-se cada vez mais, as turmas são maiores, os alunos e os pais são mais exigentes, a burocracia é cada vez maior, e o horário escolar vai muito para além das 40 horas”, sublinha.
Delegados de saúde nas escolas
No questionário da FNE relativamente aos problemas de voz, a maioria dos inquiridos respondem que, por vezes, sentem que a voz piora à noite e um número significativo conta que têm passado por situações em que tem dificuldade de se fazer ouvir em ambientes ruidosos. Em relação às lesões musculoesqueléticas, 50% dos inquiridos revelam que já faltaram ao trabalho por esse tipo de problemas e 95% afirmam que os problemas de saúde estão frequentemente relacionados com as condições de trabalho.
Paula Carqueja, presidente da Associação Nacional de Professores (ANP), concorda com a FNE e defende que os problemas de voz que afetam os professores devem voltar a ser considerados doença profissional. “A voz é um instrumento de trabalho dos professores”, diz ao EDUCARE.PT. Há fatores que contribuem para o desgaste nesta profissão. “A instabilidade profissional, o ambiente, a idade da reforma que foi aumentada”, enumera. E as constantes mudanças desestabilizam projetos de vida dos professores. Por outro lado, Paula Carqueja alerta para a situação dos educadores de infância que têm de se adaptar ao mobiliário que, muitas vezes, é feito à medida dos mais novos. Mesas, cadeiras, e móveis mais pequenos obrigam as costas a dobrarem-se mais do que deviam, obrigam a ter o corpo à altura das crianças. Posições que podem originar complicações de saúde a quem tem de se mover alguns centímetros mais abaixo.
Informação disponibilizada, sensibilização feita, trabalho de diagnóstico terminado, a FNE defende que elevados níveis de stress docente exigem alterações na lista de doenças e apresenta várias sugestões à tutela. Além dessa atualização, sugere uma entrevista médica anual gratuita a todos os trabalhadores da educação para deteção de problemas de saúde, particularmente os que decorrem do exercício da atividade profissional. A FNE defende que todas as escolas devem eleger delegados de saúde e segurança no trabalho com efetiva capacidade de intervenção para, desta forma, denunciarem e corrigirem condições de trabalho que ponham em risco os profissionais.
A FNE pretende que haja um novo paradigma de prevenção centrado nas doenças profissionais e não só nas lesões no trabalho. A inclusão dos temas saúde e segurança no trabalho na formação inicial dos professores e uma formação contínua nessas áreas para todos os profissionais da educação são outras sugestões que apresenta. Envolver pais e alunos na promoção de uma cultura de saúde e segurança na comunidade escolar é outro aspeto que valoriza.
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) vai abordar o stress na profissão docente a 2 de fevereiro no anfiteatro do edifício novo da Assembleia da República, das 14h30 às 18h. Ivone Patrão e Marcelino Mota, psicólogos clínicos, falarão sobre causas e consequências desse stress e medidas a tomar. Os grupos parlamentares estão convidados a assistir e a participar. A FENPROF quer que o stress e o burnout de quem trabalha nas escolas sejam esmiuçados por quem estuda e percebe a matéria. Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF, lembra que cerca de 30 mil pessoas assinaram uma petição que defende um regime excecional de aposentação para a classe docente. “Hoje os professores não têm qualquer tipo de proteção por causa das doenças profissionais”, refere ao EDUCARE.PT. “Não há uma lista de doenças profissionais”, acrescenta.
Sara R. Oliveira
in educare
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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
UM FELIZ 2016!
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Felicidade - Dicionário de Valores
Urge converter as nossas escolas em espaços de bem-estar, onde não se fragmente a realidade nem se banalizem os gestos de humanidade. Um ambiente caracterizado pela serenidade, pelo cuidar da relação.
O Guardian publicou um estudo da London School of Economics no qual se defende que o principal objetivo das escolas deverá ser o de ajudar a criar pessoas bondosas e felizes. O estudo recomenda que se intensifique a educação moral dos jovens, mostrando-lhes que a felicidade não se alcança quando se concebe o mundo como objeto de satisfação pessoal, mas quando existe preocupação pelo bem-estar do próximo.
Um recente inquérito, realizado junto de pais de alunos de Belo Horizonte, confirma a conclusão do estudo. Inquiridos sobre aquilo que mais desejavam que a escola desse aos seus filhos, os pais responderam: mais do que aprender conteúdos, que também é preciso aprender, queremos que os nossos filhos sejam felizes na escola.
A resposta maioritária só surpreenderá quem não conheça, por dentro, as escolas que ainda temos. Nelas reina a obsessão por uma competitividade que deteriora a relação e produz solidão, que o mesmo é dizer: infelicidade.
Em contraste com o desejo explicitado pelos pais dos alunos, os projetos político-pedagógicos (PPP) raramente se referem à felicidade como valor ou objetivo a alcançar. E as práticas predominantes vão em contramão relativamente a esse desiderato. Diz-nos Ortenila Sopelsa que “dificilmente encontramos uma criança com idade escolar que não anseie em entrar na escola, cheia de sonhos e fantasias. Mas a grande maioria das crianças sente a escola como algo que oprime, ridiculariza e discrimina”.
Urge, pois, converter as nossas escolas em espaços de bem-estar, onde não se fragmente a realidade nem se banalize os gestos de humanidade. Um ambiente caracterizado pela serenidade, pelo cuidar da relação. Numa relação de um Eu com um Tu, na qual o professor seja aquilo que é, seja tão autêntico quanto for possível e o Tu não seja tomado por mero objeto. Infelizmente, muitos pais agravam ainda mais os efeitos de uma escola desumanizada, quando convencem a prole de que a felicidade é um direito adquirido e de que os filhos de tudo são merecedores sem esforço, quando a felicidade não depende daquilo a que, apenas por estarmos vivos, temos direito e nos falta, mas do bom uso que fazemos daquilo que temos. Num tempo de inflação hedonista, torna-se premente a tarefa de aprender a saber lidar com as frustrações pessoais.
Atingimos um estado de espírito, que pode ser considerado de felicidade, quando aliamos realização pessoal à aprendizagem das coisas, em comum concretizadas – a minha realização é realização com os outros.
Felicidade é fazer amigos, dar-se sem medida, aceitar e ser aceite, viver em harmonia consigo e com os outros.
“Vamos fazer uma escola feliz” foi o nome que as crianças deram ao primeiro jornal escolar da Escola da Ponte.
Com os alunos, compreendemos que há muitos modos de fazer escolas felizes. O Nélson chegava à escola pontualmente atrasado. Mas, naquele dia, somente se dignou a chegar no fim da manhã. Quis saber a razão de tamanho atraso. O Nélson esclareceu:
— Olha, professor, esta noite, ninguém conseguiu dormir lá em casa. Os ratos roeram uma orelha do meu irmão mais pequenino. Ele estava cheio de sangue, gritou muito, e a minha mãe foi com ele para o hospital. Eu tive de cuidar dos meus irmãos, até ela voltar...
— Mas porque não ficaste em casa, a descansar? Porque vieste para a escola, amigo Nélson? – perguntei.
— Olha, professor, eu vim para a escola porque quando venho para a escola, pelo caminho, sinto uma coisa aqui dentro... Olha, professor, o que eu sinto aqui dentro parece mesmo... alegria!
JOSÉ PACHECOMestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto, foi professor da Escola da Ponte. Foi também docente na Escola Superior de Educação do IPP e membro do Conselho Nacional de Educação.
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terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Uma criança sem limites
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Os trabalhos de casa são necessários?
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
BOAS FESTAS!!!
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sábado, 15 de novembro de 2014
Goodlying
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Alunos portugueses têm das mais pesadas cargas horárias no 1.º ciclo
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
A ditadura dos mais pequenos
Não obrigue a criança a comer nada: se não quiser comer a sopa, passar ao prato feito com tudo o que é necessário, goste ou não goste. Se não comer tudo, retirar o prato sem comentários e passar à fruta. Se também não quiser comer, proceder do mesmo modo, sem críticas nem alusões ao facto. Ninguém faz uma guerra sozinho...
Na semana passada, mais uma vez, fiz uma consulta a uma senhora que, assim que entrou, frisou que a consulta seria para ela, mas que começaria por falar do filho de 3 anos com quem estava seriamente preocupada, uma vez que tinha feito umas análises que indicavam vários parâmetros baixos que ela atribuía a uma alimentação deficiente. Lá me foi relatando que a criança não comia carne, nem peixe, nem ovos, nem pão, nem batatas, nem leguminosas, nem hortícolas, nem fruta, etc., etc.. Não gostava de nada a não ser de bolachas (mas não Maria ou de água e sal), leite, iogurtes e chocolate.
Como é invulgar uma criança não gostar de tantas coisas em simultâneo, lá fui, diplomaticamente, fazendo perguntas que nos permitissem chegar a alguma conclusão. E, simultanemente, falando de algumas generalidades sem as particularizar:
- da tendência de obrigar as crianças a comerem as quantidades de comida que as mães idealizam como as ideais - as mães mais gordas põem mais comida no prato dos filhos porque normalmente calculam “a olho” em função do que elas próprias comem...;
- de quererem incutir nas crianças hábitos como o de comer sopa, que os próprios pais não praticam;
- de usarem a comida como castigo ou recompensa: “Se não comeres sopa, não comes sobremesa”;
- de permitirem que as crianças não comam, mas cedam facilmente a dar-lhes bolachas logo a seguir à refeição com a chantagem do “mãe, tenho fome” e com o medo de que morram por isso;
-de vincarem os seus gostos pessoais e moldarem o comportamento das crianças em função deles. Quando a criança não gosta de um alimento e o pai gosta, obriga-a a comer até ao fim. Mas se o pai não gostar, discute com a mãe para que ela não o obrigue. E vice-versa. E, de repente, a criança está fora de toda a discussão, conseguindo aquilo que queria, que era chamar a atenção sobre a sua pessoa;
- de se focar excessivamente sobre a comida, o que torna as refeições sofridas e desgastantes. Quando chega a hora de ir para a mesa, a criança já sabe que vai passar um mau bocado, em vez de um momento agradável em família;
- de haver muitas distrações como televisão ou jogos de ipad, que impedem conversas e um convívio normal e salutar entre os membros da família.
Sem que sequer adivinhasse o que se passava naquela casa, percebi pelos movimentos afirmativos de cabeça com que anuía à minha dissertação, que muito do que eu dizia se confirmava naquele caso particular.
Soube também que a dita criança só iria para o infantário no próximo mês de setembro, tendo estado até lá e durante a semana, sob a guarda de uma avó que, tal como a mãe, receia que ela morra à fome - apesar do pediatra lhe dizer vezes sem conta que uma criança só morre de fome se não tiver acesso aos alimentos - e que por isso lhe dá todas as guloseimas que exige. Se não come às refeições, dão-lhe bolachas ou chocolate e por isso volta a não comer na refeição seguinte.
E como contornar o problema, perguntarão?
A conclusão a que ambas chegámos é que é urgente mudar de estratégia! E que técnica usar?
- Não falar de comida às refeições;
- Não obrigar a criança a comer nada: se não quiser comer a sopa, passar ao prato feito com tudo o que é necessário, goste ou não goste. Se não comer tudo, retirar o prato sem comentários e passar à fruta. Se também não quiser comer, proceder do mesmo modo, sem críticas nem alusões ao facto. Ninguém faz uma guerra sozinho...
Persistir ao longo dos dias e resistir às bolachas, ao leite ou aos iogurtes. Esta criança ingeria um litro de leite por dia e mais dois iogurtes, quando a porção para a sua idade seria o equivalente a um copo de leite (250 ml) e dois iogurtes...
Recomendei sobretudo que não vacilasse, e que pedisse ajuda ao marido nesse sentido. A resposta foi que o marido era muito condescendente e que se o filho não quisesse comer ele anuía. Ela é que era obcecada com o assunto. Aconselhei-a, em primeiro lugar, a aceitar junto do marido, com humildade e sem orgulho, que ele sempre tinha alguma razão e que juntos podiam melhorar o comportamento deste seu “difícil” rebento.
Sugeri mais atividades em conjunto como dançar com ele em casa durante a semana em vez de ir ao ginásio, andar de bicicleta, ir ao parque da cidade ao fim de semana. Enfim, focar a atenção noutra coisa que não seja a comida.
Após quase hora e meia de consulta e porque tinha já uma outra cliente à espera há algum tempo, disse-me que viria noutra altura para ela própria perder um pouco de peso. Vai ficar admirada comigo doutora, é que eu também sou muito esquisitinha. A minha mãe diz que eu estou agora a pagar o que a fiz sofrer...
PAULA VELOSO Nutricionista e autora de Dietas sem Dieta, Dieta sem Castigo e Peso, uma questão de peso
in Educare
Publicada por Unknown à(s) sexta-feira, julho 25, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
domingo, 20 de julho de 2014
Momentos #1
Publicada por Unknown à(s) domingo, julho 20, 2014 0 comentários Hiperligações para esta mensagem

